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SNCAO Loire-Nieuport LN-401 N°10, AB2-8. Pilote CPO. Hautin, 20 Mai, 1940, Origny-Ste-Benoite.

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Meia dúzia de frases de efeito para estimular sua claque, que alias logo se manifestou.Leva a mal, não, mas não usei nenhuma frase de efeito, só argumentos. Quanto ao termo claque, caracteriza manifestação paga para prestigiar alguém. Não é meu caso. Quando alguém concorda com o cavalheiro, é intelectual de bom senso; quando discorda, é "claque"? O fato inegável é que se os raggazzi precisam dos catsos brasiliani, travecos neles ! Curiosamente, não se tem notícia de aviões lotados de dinamarqueses, nigerianos ou canadenses que vão dar ou comer rabos na Europa... essa honrosa "reserva de mercado" é típica de brasileiros. Fico imaginando se essa gente para as quais a opção era " ... morrer de fome na Itália." não tivesse a alternativa de vir para o Brasil, vcs. , que execram este país gratuitamente, iam estar com a mão numa enxada ou ordenhando vacas. Possível, apesar de que, até onde vai a tradição oral das famílias, nenhum dos meus avós ou bisavós possuía uma vaca sequer. Minha avó materna contava que o pai dela costumava cavar a neve, no inverno (moravam no sopé dos Alpes, e a baixava segurando pelas pernas, pra que ela quebrasse os caules dos repolhos congelados no solo, a um metro e meio ou dois da superfície. Por outro lado, eu não execro esse país "gratuitamente". Descendentes de italianos, ao contrário do que o amigo parece crer, pagam impostos. Muitos e caros. Eu critico porque sou cidadão brasileiro, dotado de discernimento, e - acima de tudo - porque pago um absurdo por esse direito. Mais um caso no qual os tedeschi passam a perna nos italiani. O cavalheiro pode-se informar através de fontes menos suspeitas que este seu criado, mas os primeiros alemães já chegavam no Vale dos Sinos (RS), a então Real Feitoria do Linho Cânhamo , no ano de 1824. Em 1859, o governo alemão - preocupado com os cidadãos alemães que vinham pra cá - proibiu a imigração. Os primeiros italianos chegaram ao Brasil só a partir da conclusão da Unificação da Itália - 1870. Aqui na Serra, chegaram em 1875. Assim, é bizarro assumir que os alemães "passaram a perna" nos italianos. Os primeiros vieram por opção, muito antes. Os segundos, vieram por falta de opção, meio século depois. Dos muitos exemplos históricos em que os alemães foram mais espertos que os italianos, dificilmente estamos tratando de um deles... 
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| Mensagens: 12634 | Localização: O que separa os meninos dos homens é ter montado um short-run multimídia tcheco. | Registrado: 14 March 2004 |    |
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Marechal II

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Histórias de transcanarinhos que agitaram a Europa
Um travesti brasileiro que se prostituía em Turim viveu momentos dramáticos quando o seu cliente “vip” desabou por abuso de cocaína. De pronto, o nosso conacional ligou para o pronto-socorro do hospital Mauriziano e a ambulância saiu equipada para atender um caso de overdose.
A conduta responsável e humana desse transexual brasileiro, conhecido por Patri, salvou a vida de Lapo Elkman. Neto de Gianni Agnelli, Lapo é um dos herdeiros do império Fiat.
No fim de 2005, quando ocorreu o relacionamento sexual com dois travestis, Patri e Cinzia, o playboy Lapo era vice-presidente e responsável pela imagem internacional da Fiat. Como muitas celebridades, Lapo rumou para o deserto de Sonora, no Arizona. Ou seja, para a clínica mais cara e famosa na desintoxicação de vips de diversos calibres.
Outro caso protagonizado por um transexual brasileiro ocorreu em Pádua. O prefeito tentou acabar com o trottoir gay. Para tanto, aumentou o valor das multas de trânsito e colocou em ação um batalhão de vigilantes urbanos. Ou seja, ai daqueles que encostassem para iniciar tratativas ou os que ousassem reduzir a velocidade para melhor apreciar o espetáculo.
O bravo transcanarinho promoveu protestos contra o prefeito. Mais ainda, bolou e organizou um fundo financeiro destinado a garantir, para os clientes portadores de cupom de cor rosa, ressarcimento das multas de trânsito: pela quantidade de cupons rosa acumulados, o cliente recebia notas de euros, conforme tabela divulgada nos jornais locais.
Nos estertores do governo Romano Prodi, a oposição berlusconiana, interessada em escândalo desmoralizante, adquiriu do paparazzo Max Scarfone uma fotografia comprometedora. Ela foi tirada quando o ministro e porta-voz Silvio Sircana encostava e abaixava o vidro do seu automóvel para pedir uma informação a um travesti brasileiro, que girava uma borsetta Gucci em busca de programas remunerados. Depois do desmentido oficial, uma segunda fotografia mostrou o número da placa do veículo, com Sircana visível: tollitur quaestio – e, no dia seguinte, declaração da esposa a expressar confiança no marido.
Na terça 27, depois de escândalo a envolver travestis brasileiros, o governador da região Lazio, Piero Marrazzo, apresentou a sua renúncia. E, na região, cuja cidade principal é a própria capital da Itália, haverá antecipação das eleições para março. Berlusconi, que emplacou um ex-membro da juventude fascista como prefeito de Roma, pensa em agora eleger o governador pelo seu Popolo della Libertà (PDL): o renunciante é do Partido Democrático.
No particular, Berlusconi deve muito ao acima mencionado paparazzo Scarfone e aos três travestis brasileiros, Natalie, Brenda e Thayna. Todas eram frequentadas pelo governador Marrazzo, em visitas regadas a cocaína. Scarfone ofertou à Editora Mondadori, de propriedade do premier Berlusconi e administrada pela sua filha Marina, o vídeo da relação sexual de Marrazzo com Natalie. Segundo a polícia, coube a Brenda gravar as imagens.
E pesa a suspeita de ela haver avisado os quatro carabinieri que invadiram o apartamento e tentaram extorquir do governador três cheques de 20 mil euros cada um, até hoje não resgatados, enquanto os policiais estão presos preventivamente.
O caso acabou descoberto e os vídeos apreendidos antes da difusão. Graças a uma ação do Raggruppamento Operativo Speciale (ROS). O ROS investigava a facção casalese da Camorra e numa interceptação ambiental surgiu a história do vídeo de Marrazzo.
Berlusconi foi avisado pela filha sobre o vídeo e levou vinte dias para alertar Marrazzo. Assim mesmo quis posar de praticante da ética e declarou não ser igual à oposição, que explorou as suas aventuras com garotas de programa.
Quanto a Marrazzo, ficou claro, pela reação da população, que o comportamento privado de um político tem relevância pública. E alguns psiquiatras peninsulares gastam tinta para explicar o denominado “sexo transgressivo”, ou seja, à luz dos comportamentos dos travestis brasileiros e da mitologia romana. Seria, sustentam, a ação esperada do fauno aprisionado em jaula. E o fauno deseja fugir, se libertar, para cortejar com danças e sons de flautas as divindades a ele inacessíveis, dada sua condição de divindade pela metade.
A jornalista Roberta Sedoz, esposa de Marrazzo e apresentadora do telejornal TG3, da RAI, disse que perdoou o marido e que as mulheres são inquebrantáveis. Ao contrário do marido.
Dulcis in fundo: a palavra viado, em homenagem aos travestis nativos, hoje faz parte da língua italiana.
Wálter Fanganiello Maierovitch
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| Mensagens: 12018 | Localização: Campo dos Bugres - RS | Registrado: 01 January 2004 |    |
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Marechal I


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quote: Originalmente publicado por Geraldo: Até porque nasci aqui, mas não tenho sangue brasileiro  ...
Com certeza não, pois brasileiro é do tipo que pode até deixar a casa suja, mas não cospe no prato que come. Geraldo, sua revolta contra o país do qual tira seu pão, causa espécie. Seus motivos por mais concretos que sejam, assustam qualquer pessoa de bom senso, ou com boas intenções. Se o Brasil é nojento porque exporta travestis e prostitutas, é porque existe demanda, principalmente na Itália, sua pátria-mãe. Isso é fato. Negar que a grande demanda de travestis em solo itálico é devido ao fato de que seus conterrâneos gostam de ser "cutucados", é uma vã tentativa em admitir que lá, assim como em Londres, existe uma grande quantidade de homossexuais enrustidos. Mas afinal, o que há de errado em ser homossexual? Aí depende do ponto de vista dentro do nível de evolução social de cada um  O Brasil em sí, não exporta nada de ruim, pois o Brasil em sua essência é um país novo, diferentemente da Itália, que com sua história milenar, ainda não se projeta como um exemplo de civilidade, a menos que você considere civilidade o fato de ter tecnologia e uma igreja que é a maior seita do mundo. Limita-se aí a diferença entre Brasil e Itália, pois de resto, somos seres humanos, sim passíveis de imperfeição social. Lembremos que a sua maravilhosa Itália, berço da civiliação européia, maior império de todos os tempos, é também sinônimo de máfia, corrupção política e policial, e destaca-se por sediar a igreja católica apostólica romana, que em dias atuias é "meio que sinônimo de pedolfilia (?)" e foi de lá que saiu o DNA de Barrichello  E não se esqueça que o macarrão é chinês e os capitéis romanos, assim como sua arquitetura, são todos de criação Grega. Enfim sêo Geraldo, maldizer o Brasil e se orgulhar de ter sangue italiano, é tão ridículo quanto o rôto falando do mal-passado, e diga-se de passagem, vindo de você, que possui privilegiada inteligência e senso de observação, torna-se ainda mais incrível. Tire tanto ódio de seu coração, desapegue de tanto materialismo e seja feliz pelos dias que lhes resta. Un abbraccio dal tuo grande fan
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Marechal I

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Os travestis brasileiros são pagos para transar com os italianos, já os italianos pagam para transar com os travestis. 
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SNCAO Loire-Nieuport LN-401 N°10, AB2-8. Pilote CPO. Hautin, 20 Mai, 1940, Origny-Ste-Benoite.

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Agnaldo, reiteradas e repetitivas vezes já o expus: passo ao largo dos "orgulhos" e "ufanismos" pátrios. Ser também cidadão italiano não me é símbolo de status, dado que lá, noves fora, sou brasiliano, de qualquer maneira. Seja qual for o país de minha residência, não será minha pátria, pois abomino tais sentimentos, que só alimentam bairrismos, preconceitos, radicalismos, polêmicas, crenças e argumentações irracionais. Não cuspo no prato que como, simplesmente porque o Brasil nada me oferece, enquanto Estado, que tenha qualidade ou verdadeiro benefício; ao contrário, nega-me o prato ao tomar boa parte de meu trabalho sob a forma de tributos, taxas e impostos. Meu prato é compulsóriamente tomado de mim. Ainda assim, nunca referi-me ao Brasil como "nojento". O termo é de sua lavra e responsabilidade. Afirmo e reafirmo o Brasil inviável e ridículo, e lamento-o por tudo o que poderia ser e o próprio povo não deixa. Analogamente, confundiu-me sua cantilena apologética da homossexualidade. Nunca a critiquei, discriminei ou ofendi; quando tivemos um colega na WK saindo do armário, em algum momento de 2008, fui eu a asserená-lo e garantir que nossas muitas chacotas versavam sobre viadagem, sobre os exageros e frufrus caricatos - e não sobre a orientação sexual de quem seja. Imputa-me um preconceito que não carrego. No que concerne à Itália, fato que não se trata do país mais civilizado do mundo. Justificar nosso atraso, entretanto, comparando a civilidade e cidadania dos italianos com a dos brasileiros... beira o histriônico. Com todas as mazelas, e muitas as são, que possa ter a Itália, vai um pélago a poder cogitar em que a tecnologia e o Vaticano sejam nossas únicas diferenças. Incidentalmente, como o cavalheiro (de forma algo bizarra, devo admitir) traz à baila a Igreja como argumento, cabe observar que o Brasil conta com cerca de 137 milhôes de católicos, e a Itália, pouco mais de 53 milhões. Temos quase o triplo de indivíduos a atrasar o avanço do país, pelo seu raciocínio determinista. Macarrão? Verdade, e por isso o Miojo é universalmente aceito e adorado, e o spaghetti e a pizza são pratos obscuros e pouco apreciados...  Ao fim e ao cabo, o batido mantra: não maldigo o Brasil, maldigo o brasileiro, culpado único por ocuparmos a vanguarda do atraso. Orgulho do sangue italiano? Porquê o teria? Não sou bisneto de Conde, nem herdeiro de Villa na Toscana. Minha família era f*dida e foi praticamente deportada pro Brasil. Eu entendo o contexto histórico da coisa, que afinal, provou-se bom para nós, que não viemos juntar côcos ou tecer redes. Assim, se não tenho rancor da Itália, tampouco tenho no que dela me orgulhar... Ódio? Materialismo? Nah, o cavalheiro certamente me interpreta de forma deveras errônea. Quiçá seja essa equivocada imagem que me guarda, a responsável por seu susto. Mais: a WK está prenhe de pessoas de bom-senso e que nutrem boas intenções - e que não parecem enxergar-me através de lente tão disforme... Amplexos cordiais.
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| Mensagens: 12634 | Localização: O que separa os meninos dos homens é ter montado um short-run multimídia tcheco. | Registrado: 14 March 2004 |    |
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Marechal I


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quote: Originalmente publicado por Geraldo: Mais: a WK está prenhe de pessoas de bom-senso e que nutrem boas intenções - e que não parecem enxergar-me através de lente tão disforme...
Amplexos cordiais.
É mais fácil criticar e tirar o time de campo, mesmo que de forma aparentemente honrosa, para dar-se o direito de criticar, ironizar, ridicularizar, menosprezar e... Nada de concreto fazer. Geraldo, você é brasileiro e é tão incompetente quanto os demais brasileiros e essa verdade te acompanhará até seu último sopro neste planeta, esteja onde estiver. A diferença entre você e os outros brasileiros, é que os outros ao menos são felizes, tal como aqueles que nutrem verdadeira paixão por Nossa Senhora Aparecida. Fé: Nem isso você tem. 
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SNCAO Loire-Nieuport LN-401 N°10, AB2-8. Pilote CPO. Hautin, 20 Mai, 1940, Origny-Ste-Benoite.

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Não estou alcançando a razão para este apedrejamento; inda que não o compreenda, respondo, ainda uma vez, de boamente: "Tirar o time de campo"? Por pobres que me pareçam tais metáforas ludopédicas, me escapa inteiramente o onde estou a fazê-lo. Contribuo com faustosas somas, como pessoa física e como dono de empresa, junto ao Tesouro Público. Sou doador voluntário de sangue, medula e plaquetas. Sustento duas crianças carentes. Crio e executo pro bono materiais publicitários para causas sociais. E o cavalheiro dá-se o direito de afirmar que nada faço de concreto... Como já o disse reiteradas vezes, critico, ironizo, ridicularizo e menosprezo porque pago regiamente por este direito. O senhor precisará de bem mais que meia dúzia de acusações mal-escritas para solapar-me tal premissa. Incompetente? Se o fosse, como o cavalheiro mo acusa frontalmente (e ainda, mui piamente, roga praga), eu não teria o que tenho, saberia o que sei, nem conheceria os lugares que conheci ou viveria nas condições em que vivo... Nah. Se todo brasileiro fosse incompetente como o sou, o Brasil seria positivamente viável. Por fim, no que tange à minha "felicidade", sua afirmação é tão bizarra, tão desprovida de fundamento ou propósito útil e - conseqüentemente, tão gratuita - que será de bom-tom que a ignore. O que não farei com sua mui cristã alfinetada sobre a fé. Nossa Senhora Aparecida, como, de resto, todo santo, só é invocada por necessidade - leia-se - infelicidade. Quem está plenamente feliz e nada tem com que se preocupar, não precisa ficar incomodando santo, que tem mais o que fazer a ficar ouvindo lôas e agradecimentos intermináveis. Aliás, se para chegar à santidade é preciso ser humilde e desapegado de orgulho, custa crer que a santa se quedasse a desfrutar, embevecida, das rezas e cantochões a ela dirigidos por seus "felizes" fiéis... Fé? Desse jeito que você a entende, graças a seja lá quem for, não tenho não, felizmente. E mais: atente para as acusações e ilações que faz a respeito de desconhecidos, pois os santos tem o hábito de conhecer tudo o que vai pela alma de seus seguidores. Agnaldo, você não tem subsídios pra dizer as coisas que disse a meu respeito. Só a fé. E como aqui somos plastimodelistas, não catecúmenos, você carece de argumentos e idéias para encetar um debate. Mas nem isso você tem. Só fé. 
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| Mensagens: 12634 | Localização: O que separa os meninos dos homens é ter montado um short-run multimídia tcheco. | Registrado: 14 March 2004 |    |
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Marechal I


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quote: Originalmente publicado por Geraldo: Não estou alcançando a razão para este apedrejamento; inda que não o compreenda, respondo, ainda uma vez, de boamente: "Tirar o time de campo"? Por pobres que me pareçam tais metáforas ludopédicas, me escapa inteiramente o onde estou a fazê-lo. Contribuo com faustosas somas, como pessoa física e como dono de empresa, junto ao Tesouro Público. Sou doador voluntário de sangue, medula e plaquetas. Sustento duas crianças carentes. Crio e executo pro bono materiais publicitários para causas sociais. E o cavalheiro dá-se o direito de afirmar que nada faço de concreto... Como já o disse reiteradas vezes, critico, ironizo, ridicularizo e menosprezo porque pago regiamente por este direito. O senhor precisará de bem mais que meia dúzia de acusações mal-escritas para solapar-me tal premissa. Incompetente? Se o fosse, como o cavalheiro mo acusa frontalmente (e ainda, mui piamente, roga praga), eu não teria o que tenho, saberia o que sei, nem conheceria os lugares que conheci ou viveria nas condições em que vivo... Nah. Se todo brasileiro fosse incompetente como o sou, o Brasil seria positivamente viável. Por fim, no que tange à minha "felicidade", sua afirmação é tão bizarra, tão desprovida de fundamento ou propósito útil e - conseqüentemente, tão gratuita - que será de bom-tom que a ignore. O que não farei com sua mui cristã alfinetada sobre a fé. Nossa Senhora Aparecida, como, de resto, todo santo, só é invocada por necessidade - leia-se - infelicidade. Quem está plenamente feliz e nada tem com que se preocupar, não precisa ficar incomodando santo, que tem mais o que fazer a ficar ouvindo lôas e agradecimentos intermináveis. Aliás, se para chegar à santidade é preciso ser humilde e desapegado de orgulho, custa crer que a santa se quedasse a desfrutar, embevecida, das rezas e cantochões a ela dirigidos por seus "felizes" fiéis... Fé? Desse jeito que você a entende, graças a seja lá quem for, não tenho não, felizmente. E mais: atente para as acusações e ilações que faz a respeito de desconhecidos, pois os santos tem o hábito de conhecer tudo o que vai pela alma de seus seguidores. Agnaldo, você não tem subsídios pra dizer as coisas que disse a meu respeito. Só a fé. E como aqui somos plastimodelistas, não catecúmenos, você carece de argumentos e idéias para encetar um debate. Mas nem isso você tem. Só fé.
Geraldo, você não acredita no Brasil, ou se preferir Lisarb. Até aí, sem novidades pois você não é o único. Você não acredita na humanidade, pois não se sente filho de nuenhuma pátria. Até aí, sem novidades, pois Chaplin assim também o dizia. Com toda minha ignorância ainda sou capaz de compreender várias características de pessoas que assim o deseja. Mas minha observação vai além do seu jogo de cintura em não se rotular cidadão de nenhum país, apesar de dizer que não tem sangue brasiliano, com certeza: Reside minha curiosidade na raíz de sua ojeria por tudo que é tupiniquim, expressando sobre a inviabilidade desses povos, pondo-se radicalmente em um patamar elevado de consicência ética, moral e social, negando sua brasilidade. Longe de questioná-lo sobre a falta de ética comportamental diante dos brasileiros que perambulam por aqui e que tanto ou muito mais que você ainda o faz de coração por essa pátria acolhedora de tantos povos, indiscriminadamente, ofereço-lhe a possibilidade de olhar suas agressões por outro ângulo, tal como aquele retirante que conheci no trabalho e o mesmo vive dizendo com ironia "Só em São Paulo mesmo! Lá na minha terra jamais isso aconteceria"Oras bolas, se sua terra é tão melhor, então por quê cargas-d'água não estás lá! Definitivamente, se não for o caso de cuspir no prato que come, com certeza é uma falta de educação com aqueles que trabalham e acreditam. Capicce?
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SNCAO Loire-Nieuport LN-401 N°10, AB2-8. Pilote CPO. Hautin, 20 Mai, 1940, Origny-Ste-Benoite.

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Algo como não criticar o governo, pois tem gente aqui que votou nele, e não é polido sugerir que tenha sido uma má escolha? É prudente evitar comentários desairosos sobre a estética, digamos, do Spitfire - porque tem frequentador que adora? Tampouco é educado dizer que não se aprecia pastel de camarão, pois há quem goste? Por favor. A palavra forum define local destinado à discussão pública, para debate de determinado tema. Se não me é facultado exprimir uma opinião, qual a função do forum? Para que seja ouvida apenas a versão que lhe agrada aos ouvidos, cavalheiro, crie um blog, e delete as opiniões que lhe são contrárias. Eu não acredito  na humanidade? Sugestão sua, ilação equivocada. Mesmo porque o conceito de humanidade passa muito ao largo de limites geográficos ou patrióticos. Senão, vejamos: humanidade (latim humanitas, -atis) s. f. 1. O conjunto dos homens. 2. Natureza humana. 3. Género humano. 4. Bondade. 5. Benevolência, compaixão. Meu avô paterno nasceu em Freixo de Numão, interior do Porto. Todos os outros são italianos. Por que firula genética afirmar-me-ia possuidor de sangue brasileiro? Não tenho sangue brasileiro. Simples assim. Não nego minha brasilidade, porque ela só existe no seu discurso. Quanto à ojeriza, pela última vez  : o Brasil poderia quase tudo, e faz e é quase nada. Por irrisão, displiscência, irresponsabilidade, lassidão e desonestidade moral do povo que o habita - em sua maioria. A oportunidade que me diz oferecer, parte de premissa falsa, posto que meu discurso não é agressivo para com qualquer dos senhores freqüentadores. É prudente observar que você me pespega um virulento Fé: Nem isso você tem. Imediatamente antes, lança-me a pecha de incompetente. Eu sou agressivo? A insistência em desautorizar-me a opinião é curiosa. Pois que seu mote é que eu pare de criticar e vá embora; soa muito como Ame-o ou Deixe-o. Lastimo seu inconformismo para com meu pensar, mas analogamente à sua certeza de que falto com a educação ao criticar o país, tenho eu a certeza de que fazê-lo é meu direito inalienável. Por enquanto, claro, pois com mais alguns Agnaldos contrariados, em posições de mando, nem isso se poderia fazer no Brasil. 
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| Mensagens: 12634 | Localização: O que separa os meninos dos homens é ter montado um short-run multimídia tcheco. | Registrado: 14 March 2004 |    |
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Marechal I


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| Mensagens: 6878 | Localização: Chile..............Não leve a vida tão a sério, afinal você não sairá vivo dela. | Registrado: 02 April 2006 |    |
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Führer figureiro

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Isso está parecendo briga de traveco...
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Marechal I


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quote: Originalmente publicado por Geraldo: Quanto à ojeriza, pela última vez  : o Brasil poderia quase tudo, e faz e é quase nada.
Pois é pois é... Mas seu querido Barrica vai pra WILLIANS, continuará faturando milhões ao ano, com uma bela família, desfrutando de maravilhosas viagens e padrão de vida de príncipe Assim é o Brasil, ou se preferir Lisarb, enquanto você desdenha, o pagode não para, o carnaval continua, as festas de Brasília vão a todo vapor e os bailes funks do Rio continuam bombando, Edison Lobão vai entregando as jazidas minerais, mas todo felizes com rugas de preocupação quanto a isso aqui ser ou não ser viável. E Sêo Geraldo continua achando que pagar impostos ou não faz diferença. Só se for procê.  Fui. Agnaldo, acreditando que Gegê perdeu uma gutcha gostosinha pra algum caboclo sarado 
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SNCAO Loire-Nieuport LN-401 N°10, AB2-8. Pilote CPO. Hautin, 20 Mai, 1940, Origny-Ste-Benoite.

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Wow. Agora temos Barrichelo no debate? O cavalheiro tenta de tudo, mesmo. Vai continuar tudo igual? Não, vai piorar, amigo. E, em mais uma série de ilações equivocadas, você supõe que eu me preocupe ou pense que pagar imposto faz diferença. Critico porque é tudo muito evidente; pago porque sou obrigado - além de manter minha consciência serena - e a autoridade moral para falar. Geraldo, deveras mais preocupado com o próximo pedido na Squadron (o de Natal!) do que com Barrica, Edison Lobão ou N. Srª. Aparecida  .
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| Mensagens: 12634 | Localização: O que separa os meninos dos homens é ter montado um short-run multimídia tcheco. | Registrado: 14 March 2004 |    |
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Marechal I


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Sabe como é, o Agnaldo sabe ser bem grosso, quando quer Heheh leva a mal não Agnaldo, mas eu tava mesmo esperando alguma oportunidade pra te jogar essa na cara  Eu também acho que esse discurso "lisarb inviável" enche o saco até a última, mas o seu ataque ao Geraldo foi descabido.
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 | Por favor aguarde. Seu pedido está sendo processado |
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