Um soldado abriu fogo contra colegas, nesta quinta-feira, na base militar de Fort Hood, no Estado americano do Texas, e deixou pelo menos 11 mortos e 31 feridos, antes de ser executado. As informações são da rede CNN.
Informações iniciam davam conta de que os atiradores seriam três ao todo. No entanto, os outros dois suspeitos, que chegaram a ser presos, prestaram depoimento e foram liberados. Um terceiro suspeito permanece detido, mas sua participação no massacre não foi confirmada, disse uma autoridade de Fort Hood.
O atirador, identificado como major Nidal Malik Hasan, que tinha cerca de 40 anos, estava fardado quando atirou contra colegas, às 17h30 (de Brasília), durante preparativos para uma cerimônia de graduação. Hasan estava escalado para ir ao Iraque e "aparentemente estava chateado por isso", disse o senador Kay Bailey Hutchison.
Dez dos mortos também eram soldados. A outra vítima era um policial civil que estava prestando serviços na base. Pelo menos dois dos feridos estão em condições "muito sérias" de saúde, informou o porta-voz de Fort Hood, Christopher Hogue.
Um porta-voz do FBI em Washington disse que ao menos três agentes foram enviados para Fort Hood. "Os agentes vão dizer quais recursos são necessários. Eles têm que ir e determinar o que aconteceu", disse o porta-voz. O FBI, que descarta motivações terroristas por trás do episódio, só tem jurisdição no caso se os envolvidos forem civis.
A base militar de Fort Hood fica ao lado da cidade de Killeen e a 96 km de Austin. O complexo abriga pelo menos 4,9 mil militares em atividade e 45 mil alistados. Civis são cerca de 9 mil. A base é um dos principais locais de envio de tropas para o Iraque e o Afeganistão.
O presidente Barack Obama expressou solidariedade às vítimas e disse que seus pensamentos estavam com os familiares dos mortos. "É horrível que tenham sofrido um tiroteio em uma base militar em solo americano", disse.
O cara era Major medico (psiquiatra), Muslim, e vinha postando mensagens em websites sobre "Jihad" ha mais de 6 meses, e que se sentia pressionado e discriminado dentro do quartel...O que estava ainda fazendo no Exercito ???
Essa idiotice de "politicamente correto" foi, hoje, diretamente responsavel por um atentado terrorista previsivel e evitavel dentro da maior base militar americana, e com a morte de 12 pessoas e ferimentos em mais de 40...
Como manter, quando se trava uma guerra que embora seja contra o extremismo Islamico e encarada por inumeros deles como uma guerra contra o proprio Islam (eles aparentemente NUNCA vao conseguir discernir o que e ou nao e um Isla razoavel !!) militares que sao dessa opcao religiosa, e que por isso se veem em conflito entre o que creem e o que juraram defender ???
O minimo de bom senso ditaria que esses militares cumprissem funcoes que sejam o menos possiveis relacionadas ou direcionadas a esse conflito (e o menos possivel passiveis de, numa situacao como a de hoje, causar violencia ou mortes)...e ai vem alguem muito inteligente e pega um cara desses e destina ele a ser enviado ao Iraque......e a despeito desses sinais de que ele estava em conflito e nao aceita a posicao da propria forca a que pertence, nem a diretriz do pais em que vive, deixa ele continuar com acesso a armamento e a locais de seguranca...
Ta ai a M*rda que deu......
So faltam agora, para nao causar conflito, colocarem um perito em ogivas nucleares Muslim pra trabalhar......
Edilson
Mensagens: 11279 | Localização: San Pablo - CA - E.U.A | Registrado: 05 June 2000
O sujeito vinha se dizendo discriminado e pressionado dentro do quartel, e só por que é adepto do Islã, a sua religião estabeleceu o nexo causal direto com o atentado. Ou seja, de repente não foram a discriminação e as pressões que ele vinha sofrendo, mas a sua religião.
E aí o seu Edilson já desfia toda aquela cantilena típica sobre o islamismo e termina dizendo que "não e nem pratico nem confiavel" aceitar militares islâmicos nas FA.
O cara era Major, e provavelmente estava no exército bem antes da primeira invasão do Iraque, ou seja, ele sempre serviu aos EUA sendo islâmico ou não. E como ele trabalha no serviço de saúde mental do exército, não existe a possibilidade de ele mesmo, depois de lidar com toda a sorte de depoimentos e desabafos possíveis e assistir a todos os tipos de traumas, não existe a possibilidade de ele mesmo ter perdido suas faculdades mentais, e não obstante, resolveram mandar o sujeito para o Iraque, mas o problema é a religião. Simples assim.
Enfim, o que eu quero chamar a atenção, não é para a causa do acidente em sí. Se foi por conta da religião ou da discriminaçãoou da loucura iminente do Major. Isso somente as investigações dirão, se forem isentas, lógico, mas pela forma como o Edilson foi direto na religião sem levar em conta nenhuma das outras possibilidades.
"Ele teria ingressado ainda jovem no Exército e seguido uma carreira de sucesso, formando-se em medicina e tornando-se psiquiatra especializado ultimamente em tratar de soldados que retornavam das guerras no Iraque e no Afeganistão."
EPIC FAIL!
Mensagens: 12093 | Localização: Brazil | Registrado: 01 January 2004
Seu Franklin, maluco tem em qualquer lugar. Aposto que deve ter vários soldados americanos que são muçulmanos e estão lutando. Lembra dos regimentos americanos formados por japoneses na WWII?
Mensagens: 8650 | Localização: São José do Rio Preto - SP | Registrado: 26 June 2002
Népornadanão, mas se nego resolveu ser militar, deve ser meio maluco. Ser militar americano, tipo fuzileiros navais ainda mais malucos.
Uma base militar americana só tem de diferente a aparente organização, se comparada com um campo de treinamento xiita: Pra mim são todos malucos fanáticos.
Os americanos, nativos ou não, são doidos por servir uma FA que defende a soberania mundial yankee, acima de tudo, não são santos. Os caras qque vão pra uma base militar americana nos tempos atuais, pra mim devem estar o tempo todo preparados para morrer, inclusive por fogo amigo.
Qual a última vez que os EUA entraram numa guerra legítima para defender suas fronteiras?
Pronto. Podem chamar de americanófobo.
Mensagens: 5451 | Localização: Sampa | Registrado: 27 August 2001
Mandar os soldados americanos para guerras injustas, presenciar e mesmo participar da morte de inocentes, está fundindo o cérebro dos soldados. Quanto a não aceitar islâmicos, está difícil, pois o número de convertidos ao Islã cresce a cada dia, principalmente entre a população negra e outras pessoas que não puderam participar do sonho de consumo americano. Alguém acredita que o banho de sangue cometido no Iraque não teria graves conseqüências psicológicas em pleno século 21?
Mensagens: 9030 | Localização: fortaleza | Registrado: 16 January 2005
Major psiquiatra que abriu fogo temia envio à guerra O major americano suspeito de abrir fogo contra colegas na base militar de Fort Hood, no Estado do Texas, é um muçulmano devoto, filho de pais palestinos, que estaria “desesperado” diante da perspectiva de ser enviado ao Iraque ou ao Afeganistão, segundo relatos publicados pela mídia dos Estados Unidos.
Nidal Malik Hasan, de 39 anos, nasceu no Estado da Virgínia, de pais que emigraram de uma pequena cidade palestina próxima de Jerusalém.
Ele teria ingressado ainda jovem no Exército e seguido uma carreira de sucesso, formando-se em medicina e tornando-se psiquiatra especializado ultimamente em tratar de soldados que retornavam das guerras no Iraque e no Afeganistão.
Segundo o relato de parentes ao diário The New York Times, Hasan teria começado a colocar em dúvida sua carreira militar há alguns anos após começar a ser atacado por colegas por ser muçulmano.
Dispensa
A família diz que ele teria pedido também, sem sucesso, a dispensa do Exército, mas um porta-voz da corporação disse não poder confirmar ou negar a informação.
Nader Hasan, primo do major, disse que ele temia ser enviado ao campo de batalha por saber da realidade da guerra por meio dos relatos que ouvia ao tratar dos militares retornados do Iraque e do Afeganistão.
“Sabíamos nos últimos cinco anos que (ser enviado à guerra) era provavelmente seu maior pesadelo”, disse o primo à TV Fox News.
Segundo um líder religioso muçulmano ouvido pelo jornal The Washington Post, o major participava dos serviços religiosos diários em uma mesquita da capital americana quando serviu em um hospital do Exército na cidade.
“Raramente discutíamos questões políticas”, afirmou o imã Faizul Khan ao jornal. “Discutíamos principalmente questões religiosas, mas nada muito polêmico, nada extremista”, disse.
Mas segundo o New York Times, o FBI (a polícia federal americana) estaria investigando recentemente postagens na internet de alguém identificado como Nidal Hasan, manifestando apoio a atentados suicidas.
Os investigadores disseram não poder confirmar se o autor dos comentários na internet é o major acusado de abrir fogo contra colegas na base militar do Texas, matando ao menos 13 e ferindo mais de 30 colegas. http://www.bbc.co.uk/portugues...ajor_perfil_rw.shtml