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General de Brigada Modelista


Foto de Osni Vieira Junior
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Breve historia do Phantom
F-4 C/D PHANTOM II

Cinquenta e um anos atrás, em 27 MAI 1958, Bob C. Little teve a grande honra de decolar no protótipo do provavelmente o mais conhecido avião de caça do mundo ocidental, o XF4H-1, nos céus de St Louis, Missouri. Efetivamente destinado como interceptador para a Marinha dos Estados Unidos, o novo avião se mostrou com boa performance de voo e logo galgou as manchetes tanto que em pouco tempo depois, em 1961, a Força Aérea ordenou uma comparação com o nome em código de “ Operação Alta Velocidade” contra os aviões da época como o F-104 Starfighter, F-105 Thunderchief ou o F-106 Delta Dart. A performance encontrada foi tão esmagadora que o Phantom, na ocasião designado F-110, deixou todos os oponentes muito para trás... Em Março de 1962 a USAF assinou os contratos iniciais para a aquisição do Phantom. Apenas dois meses depois as três Forças Armadas dos Estados Unidos mudaram para uma nomenclatura comum para os tipos de aviões. O F4H-1 virou F-4B e o F-110ª foi renomeado para F-4C. Posteriormente teve mínimas diferenças técnicas em comparação com a versão “B” para se ajustar aos requerimentos da Força Aérea. Isso incluiu as modificações na unidade de radar NA/APQ-100 com comprovada habilidade ar-terra, aviônica melhorada, joystick e válvula reguladora de pressão no assento traseiro para o WSO (oficial de armas). Pneus mais largos requereram um modelo de asa profunda aumentando toda a massa permitindo o uso de pilares circulares sob as asas que passou a ser uma característica de todos os F-4 da USAF posteriores.

Depois que as primeiras unidades regulares foram enviadas ao sudeste da Asia (Vietnam) em 1964 o F-4C recebeu seu batismo de fogo. A primeira perda de um F-4 aconteceu em 9 JUN 1965 – 64-0685 do 45 TFS quando ficou sem combustível após uma missão ar-terra e a tripulação teve de abandonar o avião. Até o final dos anos 70 depois das Unidades da USAF receberem as variantes do avançado Phantom F-4D e F-4E, muitos F-4C foram alocados para os esquadrões da Guarda Nacional, onde permaneceram em serviço até os anos 90.

Ao todo 583 F-4C foram produzidos. Embora o F-4C à primeira vista pareça idêntico ao F-4D, o sucessor do modelo “C” era um novo avião. O F-4D foi na realidade a versão que a USAF procurava para seu patrimônio após os testes de 1961, mas os requisitos de tecnologia não estavam disponíveis naquela ocasião. O F-4D tinha uma aviônica completamente melhorada, uma unidade de radar NA/APQ-100 ar-terra otimizada, turbinas mais poderosas e uma conjunto novo de radares de alarmes, cockpits redesenhados e a tecnologia de carregar LGB´s (Bombas Guiadas por Laser) e outros mísseis ultra-modernos. A entrega das primeiras unidades de um total de 825 F-4D operacionais ocorreu em Março de 1966. Um por um substituíram os F-4C no front do Vietnam da primavera de 1967 para frente.

Quando aviões mais modernos como o F-15 e o F-16 surgiram para a USAF, os F-4D remanescentes foram distribuídos para a Guarda Nacional. Tanto quando os Estados Unidos, a Coréia do Sul e o Irã também receberam alguns modelos dessa variante do F-4 Phantom II
Lá se foram 51 anos desde que ele ganhou os céus pela primeira vez!!!

Vida longa ao Phantom II!!

Guerra aerea no Vietnam

Operação Bolo

Na primeira vitória da USAF contra um Mig foi no dia 10 de junho de 1965 quando os Migs perderam a iniciativa ao pensarem que estavam engajando aeronaves F-105 que na verdade eram F-4 voando na altitude e velocidade dos thud. Os pilotos já tinham notado que os Migs em Phuc Yen iniciavam os ataques quando as escoltas estavam com pouco combustível e iniciando a volta para base. A tática foi confirmada pelos EC-121 Big Eye que monitoravam as atividades dos Migs. Primeiro os EC-121 davam alerta amarelo (Mig no ar), depois alerta vermelho (Mig se aproximando) ou que o Mig estava a 10 minutos dos F-105 de ataque. Depois vinha novamente alerta amarelo com os Migs esperando. Com a última esquadrilha chegando era dado alerta vermelho novamente e ocorria a interceptação dos F-105. Então no dia 10 uma esquadrilha de F-4C atrasou a decolagem em 20 minutos atrasando a chegada em 15 minutos. Reabasteceram em silêncio total de rádio e voaram no mesmo nível e altitude dos F-105 indo direto para o alvo. Voaram a Mach 0.85 a 20 mil pés como os F-105. Voavam em formação fluid four para da boa visibilidade separados 1.500 metros um dos outros. Faziam busca radar e visual na área do alvo. Em segredo de rádio os duas elementos se separando para 11-13 km. A separação era necessária para evitar que os mísseis atingissem aeronaves amigas próximas. Cada líder viu um Mig e iniciaram os combates. Um Mig-17 foi derrubado após quatro mísseis Sidewinder serem disparos e o outro Mig-17 também por quatro Sidewinder. Está tática seria usada novamente de forma espetacular.

Em 1966 o Vietnã do Norte recebeu caças russos Mig-21 Fishbed que foram estacionados em bases ao redor da capital Hanói e no porto de Haiphong. Os Migs operavam sobe controle de terra, usavam cobertura das nuvens e devido as regras de engajamento benevolentes, tinham comportamento bastante previsível. Os F-105 carregados de bombas não eram manobráveis e os Mig-21 com mísseis ar-ar simplesmente assediavam os caças para que ejetassem suas armas antes de atingir o alvo e fugissem a toda velocidade. A missão estava cumprida se conseguissem isso - evitando que o alvo fosse atingido.

Nesta época os casulos de guerra eletrônica QRC-160 dos F-105 e F-4C estava diminuindo a capacidade dos mísseis e e artilharia antiaérea guiada por radar disparados pelo Vietnã do Norte. Por isto, os vietnamitas passaram a usar caças com mais frequência. Apenas o Regimento de Caças 921 derrubou nove F-105 (Thud) em dezembro de 1966, incluindo por pilotos russos.

Os Mig-21 também fugiam sempre dos F-4. As escoltas de F-4 armados com bombas voavam a frente e atrás dos de F-105, com 5 minutos de intervalo. Se atacados os F-4 tinham que ejetar as bombas e defender os F-105. Os Mig-21 eram mais manobráveis que os F-4, mas mesmo assim tentavam atacar por trás, disparavam seus mísseis e fugiam, tentando sempre evitar o combate.

Os americanos tinham que reagir. Primeiro pensou-se em atacar as aeronaves no solo, mas tinham ordens para não atacar bases aéreas. Também não podiam aceitar que os F-105 fugissem sempre que aparecesse um Mig-21. Como os F-4 não podiam fazer varreduras de caças, nem atacar as bases aéreas, só podiam criar grandes perdas após uma grande batalha aérea. Em dezembro de 1966 começaram a planejar um missão de varredura de caças. Os americanos sabiam que os Migs voltavam a operar com mais força após uma grande parada.

Como ocorrido na primeira vitória da USAF na guerra, um capitão da 8 TFW teve uma idéia semelhante que foi levada para o comandante da 7a Força Aérea, o General William "Spike" Momyer. A missão foi planejada e executada pelo Coronel Olds, o novo comandante da 8 TFW. A operação Bolo (nome de uma faca filipina), como foi chamada, teria como objetivo tentar convencer os norte vietnamitas que caças F-4 eram bombardeiros F-105 carregados de bombas. Os pilotos americanos estavam frustrados com a tendência do Vietnã do Norte de evitar o combate a não ser quando tinham vantagem tática. Os Migs sabiam que estavam molestando um tigre com seus canhões. Sabiam que só atacavam os caça bombardeiro e então iriam enviar "caça-bombardeiros".

Os F-4 iriam mascaram sua identidade real usando código de chamada, perfil de vôo e comunicações dos F-105. No último caso era para mascarar a conferencia de pontos de INS que os F-4 usavam. Na área do alvo anunciariam "green up" que era o código dos thuds ao acionarem as armas.

A varredura imitaria uma força de ataque de aeronaves F-105 seguindo o mesmo padrão de reabastecimento, rotas de aproximação, altitudes e velocidades dos F-105 até voarem para Hanói e Haiphong. Também usariam os mesmos códigos de chamada e frequência de rádio. Os pilotos de F-105 também respeitavam a disciplina de comunicação por rádio o que raramente era seguido pelos pilotos de F-4. Os americanos queriam simular um ataque de rotina os F-105 para os operadores de radar e inteligência de comunicações. Os norte vietnamitas estavam acostumados com ataques de 32 aeronaves, geralmente F-105 escoltados pelos F-4.

A varredura seria feita pelos F-4 com os F-105G de supressão de defesas vindo do Laos e Golfo simultaneamente. Os dois grupos fariam uma pinça para atacar os Migs tentando fugir para a China. Os F-4 orbitariam as áreas de onde os Migs iniciavam os ataques aos pacotes. Os F-4 vindos do Laos atacariam os Migs voando alto e os do golfo atacariam os Migs voando baixo. A formação seria bem grande simulando um força ataque F-105 indo para a base aérea de Phuc Yen do leste e do oeste. As vezes a USAF e a US Navy tinham este efeito em operações conjuntas. A US Navy não lançaria aeronaves nesse dia para não criar confusão.

O objetivo do engodo era pegar os Mig-21de surpresa. Ao invés de bombardeiros, iriam atacar 54 caças F-4C Phantom II, cada um armado com quatro mísseis AIM-7E Sparrow III e quatro AIM-8B Sidewinder.

Como os americanos não podiam atacar os Migs no solo, então tentariam prevenir que pousassem ao orbitar as bases e cortar as rotas de fuga para a China. Queriam derrubar ou deixa-los sem combustível. Era estimado que a autonomia dos Mig-21 era de 55 minutos sobre a base enquanto o F-4 podia permanecer por 20 minutos incluindo 5 minutos com o pós combustor ligado. Por isso incluíram um intervalo de 5 minutos entre as esquadrilhas.

Haveria uma força leste de sete esquadrilhas da 8a TFW "The Wolf Pack" de Ubon na Tailândia e uma força oeste com cinco esquadrilhas da 366 TFW de Da Nang. A 366 TFW cortaria a retirada dos Migs para a China.

O Coronel Robin Olds, comandante do 8a TFW , comandaria 14 F-4C de três esquadrões. O Coronel Olds foi piloto de P-38 e P-51 na Segunda Guerra Mundial obtendo 12 vitórias contra a Luftwaffe em 1944-45.

A força total tinha 96 caças, 56 F-4C, 24 F-105F para SEAD e 16 F-104 Starfighter de escolta das aeronaves de apoio, mais o apoio de 25 KC-135 Stratotanker para reabastecimento em vôo na ida e na volta, um EB-66 para interferência eletrônica e um RC-121 funcionando como AEW. As esquadrilhas tinham nomes de carros, e não os nomes originais das esquadrilhas dos F-105 como planejado. As bases aéreas norte vietnamitas tinham nomes de cidade americanas.

Os caças F-4 estavam equipados com o casulo de guerra eletrônica QRC-160, usados pelos F-105, e três tanques de combustível extra. Os F-4C podiam levar um casulo com um canhão Vulcan no cabide central, mas não foi considerado necessário. Os casulos de ECM ajudariam a mascarar os F-4 pois só os F-105 usavam os casulos. O número de casulos disponíveis determinou o tamanho do pacote de varredura de caças. Com um casulo por aeronave e 57 disponíveis seriam 12 esquadrilhas com reservas.

As três primeiras esquadrilhas tinham permissão para atacar com mísseis contra alvos além do alcance visual pois sabiam exatamente onde estavam as aeronaves amigas antes de entrar em espaço aéreo inimigo e não haveria mais ninguém voando naquele dia. Quem aparecesse seria automaticamente assumido como hostil sem identificação visual. Isto ajudava a obter surpresa, isolava de contra ataque e dava tempo do míssil agir sem usar força G excessiva.

As bases aéreas eram bem defendidos, com poucas rotas de ataque e a geografia era inadequada. As regras de engajamento restritas também não ajudavam.

O briefings iniciou 3 dias antes. Aproveitaram as festas de ano novo para reparar e preparar.No dia 2 de janeiro 1967, após as tripulações de terra terem trabalhado durante 28 horas preparando as aeronaves, foi lançada a Operação Bolo. O intervalo de lançamento era de 4-5 minutos e foi mantido durante o vôo para aumentar o intervalo de engajamento. No dia 2 de janeiro de 1967 o tempo era marginal e lançaram as 20 esquadrilhas de F-4 e F-105 para a missão. O tempo pirou em rota e as esquadrilhas vindas do golfo tiveram que retornar.

A operação foi planejada para o ano novo de 1966 para 1967 quando entregaram os casulos de ECM. A maioria dos pilotos não tinha contato com Mig. Os Migs evitavam os F-4 e atacavam os F-105. Da força que decolou de Da Nang apenas uma de cinco esquadrilhas continuou devido ao mau tempo. O Cel. Olds enviou suas sete esquadrilhas de Udorn arriscando o mau tempo. Passaria pela Thud Ridge a 500 pés como os F-105, mas com mau tempo teve que subir para 12 mil pés.

No ingresso para o alvo os caças imitaram o perfil de vôo dos F-105, voavam em linha de quatro com os casulos de guerra eletrônica ligados na formação POD. Os F-4 aceleravam para 540 milhas ao entrarem no Vietnã do Norte como faziam os F-105.

A primeira esquadrilha sobrevoou a base de Phuc Yen até 3 minutos após chegar ao alvo. Os Mig-21 atrasaram a decolagem por 15 minutos. A reação foi lenta pois não esperavam ataque com mal tempo. Os Vietnamitas estavam acostumados a não serem atacados com mal tempo que impedia a pontaria dos caças-bombardeiros. Quando a segundo esquadrilhas chegou é que apareceram os primeiros Mig-21. A ordem de disparo a longa distância foi logo cancelada.

Os Migs reagiram como previsto, aparecendo em duplas sobre as nuvens, e encontraram os F-4 ao invés de F-105 carregados de bombas. De 11 Migs que decolaram sete foram derrubados (o Vietnã do Norte cita que foram apenas cinco derrubados). Foi uma grande batalha aérea do Vietnã, mas comparado com outras batalhas foi pequena como no dia 4 de setembro de 1952 na Coréia foram 39 jatos F-86 contra 73 Mig-15 em sete engajamentos separados. Foram perdidos 13 Migs contra 4 Sabres.

Na primeira passada na base os Mig não apareceram mas logo vieram cerca de 12 Mig-21. O combate durou 15 minutos e apenas primeira esquadrilha de Olds e sua onda de três esquadrilhas. A segunda onda chegou 10 minutos atrasadas. Só a primeira onda derrubou Migs com 7 vitórias. Com mau tempo resto conseguiu pousar. Se o mau tempo não piorasse os Migs não conseguiriam pousar e teriam que lutar ou cair sem combustível. As nuvens até que ajudou a esconder a identidade dos F-4.

Em menos de 15 minutos foram derrubados sete Mig-21, ou quase metade dos Mig-21 (estimada em 16 caças). Quatorze Migs decolaram contra 12 caças americanos. O campo de batalha teve um raio de 15 milhas ao redor de Phuc Yen numa altitude de 10-18 mil pés.

Dos sete Mig-21 derrubados, três foram com o AIM-9 (12 disparados e sete guiados) e quatro com o Sparrow (18 disparados e 9 guiados). As esquadrilhas do 366 TFW abortaram devido ao mal tempo.

Um caça americano foi derrubado por um míssil SAM em outro local. A ameaça de mísseis SAM e artilharia antiaérea foi fraca devido a presença de caças norte vietnamitas. Apenas 5 mísseis foram avistados.

Foi a maior batalha aérea da guerra e mostrou o valor do despistamento de comunicações e comando. Batalhas semelhantes só ocorreriam em 1972 durante as operações Linebacker onde foram usados pela primeira vez os pacotes de ataque (Gorilla Package) e criado zonas de engajamento de mísseis (kill boxes).

A força de Mig retaliou atacando um RF-4 de reconhecimento. Os Migs gostavam de atacar estes vôos após os ataques e já tinham conseguido forçar a abandonares missões em duas ocasiões. Este ataque inspirou outro ataque tipo mini-Bolo em 5 de janeiro com dois F-4C voando próximos simulando um RF-4 nas não deu resultado. Em 6 janeiro outro par foi atacado por quatro Mig-21 sendo dois derrubados. Em uma semana os norte vietnamitas tiveram mais da metade de sua frota de caças Mig-21 derrubados. Os Mig-21 ficaram 3 meses no solo até entender o que aconteceu.

Em 23 de janeiro do mesmo ano tentaram repetir uma nova operação Bolo. O Cel. Olds foi contra a operação e não participou. Os Migs não decolaram e um F-4 derrubado por um míssil SAM. Uma nova tentativa foi feita em 6 de janeiro de 1968, mas poucos Migs apareceram e nenhum foi derrubado. Eram 34 F-105 sem bombas e prontos para o combate aéreo. Os F-105 fingiam atacar a região da base de Kep vindos da Thud Ridge a 14 mil pés. O pacote foi atacado por trás por dois Mig-21 sem perdas dos dos lados após troca de disparo de mísseis. Os Migs começaram o ataque com o sol nas costas.

Após as perdas da época da Operação Bolo foi seguido de 30 Migs destruídos nas bases aéreas atacas e 66 outros kill ar-ar até então foram perdidos praticamente todos os Migs até metade de 1967. Depois a mesa virou. O treinamento no Vietnã do Norte melhorou com mais pilotos experientes ficando mais agressivos e as táticas aperfeiçoadas com GCI colocando o Mig no traseira dos pacotes ao invés de encarar os Phantom de frente contra os Sparrow. Outro motivo foi a política da USAF de forçar todos os aviadores a só retornar ao Vietnã após todos servirem um tour. O princípio era que todos os pilotos graduados teriam atingido mesmo nível de proficiência, ou o mínimo para voar caças. O conceito falhou em considerar os diferentes níveis de inteligência, talento, adaptabilidade, julgamento e experiência dos pilotos. Ao pilotarem os F-105 e F-4 os pilotos veteranos passaram a voltar para os EUA e foram substituídos por pilotos de interceptadores, pilotos de transporte, treinadores e bombardeiros sem proficiência em combate aéreo. Eram os novos alas e com dificuldade de empregar caças contra os novos pilotos inimigos. O resultado foi que na segunda metade de 1967 os Migs evitavam contato quando estavam em desvantagem e o kill ratio do dos caças da USAF passando de 3x1 para 0,85x1 nos primeiros dois meses de 1968. O custo poderia ser maior se a operação Rolling Thunder não fosse paralisada março de 1968.

Esquema escolhido - PINTURA

Bom para este primeiro Phantom Vietnam irei escolher o Phantom do Col. Robins Olds sendo que o sujeito na guerra teve 3 Phantom com marcações diferentes , esta marcação que irei fazer representa a segunda - F-4C do 555th TFS 8th TFW - Thailandia 1967 - utilizado nos primeiros abates da operação bolo.

Perfil do Phantom -



Foto do Phantom na base sendo armado



Foto do Col.Robins Olds a frente do terceiro Phantom



Agora uma fotinho da epoca



Vamos lá o kit:

E um Monogram que tenho a muitos anos guardado , desde modelo de Phantom eu tenho contado com esse mais 5 em caixa fora outros modelos de Phantom como o E/F , G , J e B.
Que dá um total de 20 Phantom na 1/48 sendo que deste total já tenho 4 montados.
Nem gosto deste avião né Maneiro !!!! Maneiro !!!! Maneiro !!!! Maneiro !!!! Maneiro !!!! Maneiro !!!!
O kit tem o chaipe da fuselagem e asas e outras peças em alto relevo , mas eu um kit muito bom e bem proximo do real.
Não irei usar nenhum set neste kit pois dá para trabalhar bem as peças do mesmo , tendo um resultado final muito bom , costumo proceder desta forma para os Phantom modelo C/D e os J desta marca.
Fotos do kit:





Fotos do manual





Vem com opção para 3 marcações:

1 - Col Robins Olds - 1967
2 - Capt. Steve Ritchie - 1972
3 - pós guerra - 1976

as peças já foram para o banho



Enquanto elas ficam de molho vou mexer neste dois , que irei faze-los Luftwaffe



E isso ai pessoal agora esse Phantom vai começar ganhar forma

Abraços

Essa mensagem foi editada. Editada por:Osni Vieira Junior,
 
Mensagens: 2172 | Localização: São Paulo | Registrado: 08 January 2002Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Brigada Modelista


Foto de Osni Vieira Junior
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Algumas peças já estão prontas , essa mesmas irão para um wash com tinta oleo em breve assim que terminar por completo as peças como os tanques subalares os AIM-7 e um pod de ECM.

Bom vamos as fotos -

1- PRIMER NAS PEÇAS - PRIMER AUTOMOTIVO





2 - PEÇAS DEVIDAMENTE PINTADAS COM TINTAS AUTOMOTIVAS











 
Mensagens: 2172 | Localização: São Paulo | Registrado: 08 January 2002Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Brigada Modelista


Foto de Osni Vieira Junior
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Estou usando este livro como referência fotografica

 
Mensagens: 2172 | Localização: São Paulo | Registrado: 08 January 2002Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Brigada Modelista


Foto de Osni Vieira Junior
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Massa rapida - serve como Putty , não ataca o plastico e diluida em thinner - custo beneficio - R$ 15,00 dura bastante





Apliquei no Phantom - estas areas que estão com fita e para não perder a linhas do relevo na hora que for lixada



 
Mensagens: 2172 | Localização: São Paulo | Registrado: 08 January 2002Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Brigada Modelista


Foto de Osni Vieira Junior
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Bom vamos lá atualizando o trabalho.

Depois de muita lixa e massa ,
1 - foi para o Primer
2 - pintei de branco a marcação perto do radome e depois apliquei vermelho , nesta area indica a colocação de decalque , mas prefiro pintar , logo apos apliquei verniz para poder mascarar o mesmo.
3 - depois apliquei o cinza do dorso da aeronave esperei secar a tinta e na sequencia apliquei uma mistura da tinta e vermelho com aluminio e preto.
4 - apliquei novamente o cinza para deixar mais suave as marcações da mistura , repeti o processo até achar satisfatorio , nesta fase vai do bom senso do plastimodelista.
5 - retirei a mascara do radome para poder aplicar verniza novamente , irei recolocar a mascara para a etapa de camuflagem , retirei a mascara neste processo de verniz pois o verniz cria uma camada que poderia danificar a retirada da mascara podendo até arrancar a pintura.
6 - agora irei me preparar para a camuflagem e tb para a mudança de bancada , neste final de semana estarei arrumando meu novo canto de montagem em casa , junto com a Dona Marjory que acabou comprando um aerografo para ela , e já avisou que em breve estará montando os kits que ela comprou para ela e aproveitar para descansar um pouco das montagens e viajar para o sitio com a Dona Marjory para ela não ficar stressada com meus Phantoms tomando conta da casa rs...

Eis as fotos:




















 
Mensagens: 2172 | Localização: São Paulo | Registrado: 08 January 2002Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Subtenente Modelista


Foto de Plinio Júnior
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Opa Osni.....manda bala neste Phantom....tenho 02 F-4Cs na 1/48 na fila de espera, um deles lançado ano passado pela Revell e outro uma goiaba da Entex, que na verdade é um F-4B e pretendo transforma-lo num F-4C Wild Weasel ...

Abs
 
Mensagens: 339 | Localização: São Paulo - SP | Registrado: 27 February 2008Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Divisão Modelista


Foto de MAGNO
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O Phantom é um belo avião!! To acompanhando. []s


Magno
 
Mensagens: 3105 | Localização: GRUPO BARRA MANSA DE PLASTIMODELISMO....16 ANOS DE PLASTIAMIZADES!!! | Registrado: 04 May 2003Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador
Lixador de primeira viagem
Foto de Marcos Costa
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Tô com um igualzinho embalado pela Revell aqui que inventei de rebaixar linhas... resultado... de volta pra caixa até dar tesão de continuar.


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Mensagens: 1987 | Localização: Botucatu - SP | Registrado: 16 February 2008Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Divisão Modelista


Foto de POMPEO
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ms ta quase pronto osni...e que beleza de trabalho, parabéns
abraços
 
Mensagens: 3898 | Localização: santa maria rs brasil | Registrado: 24 November 2003Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Subtenente Modelista


Foto de Foxkits
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Manda bala... tenho um igualzinho já com as peças separadas e sem caixa original, PHANTOM É PHANTOM, NUNCA SAI DE MODA!!!! Maneiro !!!! Maneiro !!!! Maneiro !!!!
 
Mensagens: 253 | Localização: Engenheiro Coelho SP | Registrado: 20 January 2007Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

1º Sargento Modelista


Foto de Mazevedo
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Putz esse e um dos avioes que tenho mais admiracao, mada bala que estarei acompanhando, parabens

Abracos

Marcelo azevedo
 
Mensagens: 180 | Registrado: 23 November 2006Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Capitão Modelista


Foto de Fabiano Dias
publicado Esconder mensagem
Osni, amigao...

to acompanhando por aki tbm este belissimo trabalho...

gosteir pra caramba da ideia da faixa vermelha pintada... Maneiro !!!!

[]ão!!!


 
Mensagens: 669 | Localização: Brasilia-DF | Registrado: 04 November 2007Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Exército Modelista


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Osni,
Bacana a hitória do Phanton e muito boa a montagem, parabéns!
Estarei acompanhando.
Um abraço,
Brettas
 
Mensagens: 4019 | Localização: www.avesdobrasil.com.br | Registrado: 18 January 2008Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Brigada Modelista


Foto de Osni Vieira Junior
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Valeu pessoal

Bom o bichão recebeu a pintura e decalques , quanto aos decalques por ser um kit muito antigo e estar guardado a muitos anos tive que aplicar uma mão de verniz na folha de decalque e na hora de aplicar o mesmo tive que cortar stencil bem rente ao filme pois com a mão de veniz extra criou-se uma camada a mais do filme do verniz.
Enfim o bicho esta quase lá

Agora irei partir para o acabamento e finalização - no acabamento irei fazer um wash geral no kit e depois aplicar um verniz semi-gloss para dar um acabamento acetinado.

Eis as fotos de todas as sequencia citadas acima

1 - PINTURA













2 - APLICAÇÃO DE DECALQUES E VERNIZ PARA ACABAMENTO FINAL











Uma nota importante na aplicação dos stencils foi sacrificante pois um dia inteiro em cima do bicho , acha muita paciência , mas enfim consegui concluir a colocação de todo o decalque.

Proxima atualização será a finalização do mesmo

Aaté breve pessoal
 
Mensagens: 2172 | Localização: São Paulo | Registrado: 08 January 2002Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

2º Tenente Modelista


Foto de Hannibal Lecter
publicado Esconder mensagem
Que fabrica é essa???!!!! rss

parabens Osni...

abs,
Lecter.
 
Mensagens: 429 | Localização: Rio de Janeiro | Registrado: 04 February 2005Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador
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