WEBKITS HOME    FORUM WEBKITS    FORUM  Pule para Categorias de Forum  BUILD-GROUPS  Pule para Foruns  E-GROUP NAVAL    GB3 - Cruzador Pesado Chokai (Savo 1942) - Aoshima 1/700.
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Marechal I


Foto de paulors
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Selecionei para esse novo projeto, no GB3 de Embarcações da Webkits, o Chokai, um dos navios da classe Takao, composta pelos quatro maiores cruzadores pesados da Marinha Imperial Japonesa na Segunda Guerra.

Antes de abordarmos o modelo e a sua construção, entretanto, vamos falar um pouco dos antecedentes dessa classe, das características do Chokai, da sua história e do seu desempenho durante esse grande conflito mundial.

Antecedentes da classe Takao.

Os cruzadores pesados da classe Takao, assim como os demais navios desse tipo utilizados pelos japoneses na Segunda Guerra, foram desenvolvidos a partir da experiência adquirida com o cruzador leve Yubari, que teve a sua construção autorizada em outubro de 1921 e entrou em serviço em julho de 1923.

Esse pequeno navio, deslocando cerca de 4.000 toneladas e classificado como cruzador leve experimental, serviu para testar a combinação de alta velocidade e grande poder de fogo no menor casco possível, com o uso de medidas radicais para a redução de seu peso. Entre elas destacou-se a incorporação da blindagem como elemento da estrutura do navio, em vez da sua adição de forma isolada, após a referida estrutura estar pronta.



Ainda em 1922 e aproveitando a experiência até então adquirida no projeto e na construção do Yubari, foram autorizados dois cruzadores de 7.500 toneladas, Furutaka e Kako, com seis canhões de 203 mm (oito polegadas), 12 tubos de torpedos e capazes de atingir velocidade de 35 nós.



Nessa mesma época ocorreu um evento que viria a influenciar a construção de navios de combate em todo o mundo, no caso a Conferência Naval de Washington, realizada entre novembro de 1921 e fevereiro de 1922. Ela deu origem ao tratado de mesmo nome, que inibiu de forma significativa a ampliação das esquadras das grandes potências, como forma de evitar uma corrida armamentista e um novo conflito em escala mundial.

Por outro lado, ao mesmo tempo em que foram estabelecidos limites na tonelagem de couraçados, cruzadores de batalha e porta-aviões permitida para cada nação, nenhuma restrição foi imposta no total de navios com deslocamento até 10.000 toneladas, exceto quanto ao calibre máximo de seus canhões, limitado a 203 mm (oito polegadas), o que acabou por incentivar a sua construção.

O Tratado Naval de Washington forçou os japoneses a abandonar os seus planos para a construção de novos couraçados e cruzadores de batalha, sendo os recursos então transferidos para outras classes de navios, incluindo dois novos cruzadores pesados, Aoba e Kinugasa, semelhantes aos já mencionados Furutaka e Kako, e quatro maiores, no limite de 10.000 toneladas. Estes últimos viriam a constituir a classe Myoko (Myoko, Haguro, Nachi e Ashigara), armada com dez canhões de 203 mm em cinco torres duplas e superando os similares ingleses (oito canhões de 203 mm em quatro torres duplas) e norte-americanos (nove em três torres triplas).





Esses novos cruzadores pesados serviram de palco para acirrados confrontos entre o comando da Marinha Imperial, ávido para empilhar mais armamento e blindagem sobre os cascos, e os projetistas, defensores da manutenção das características originais, sendo estes últimos obrigados a ceder no final.

Dessa forma, a Marinha Imperial recebeu navios bem armados e superiores aos similares de outras nações, mas com deslocamento acima do planejado, gerando perda de estabilidade e de desempenho, o que exigiu, em alguns casos, uma custosa reconstrução em caráter emergencial. Adicionalmente, todos os cruzadores pesados da classe Myoko e aqueles construídos posteriormente excederam por larga margem o limite em tonelagem do Tratado Naval de Washington, motivando manipulações diversas destinadas a ocultar tal transgressão.

Finalmente, em 1927, como resposta à aprovação pelo Congresso dos Estados Unidos de uma nova classe de oito cruzadores de 10.000 toneladas, o governo japonês autorizou a construção de quatro novos cruzadores pesados, com base em uma versão melhorada da classe Myoko. Nascia assim a classe Takao, da qual fez parte o Chokai, escolhido para o presente GB.

Características da classe Takao.

A nova classe repetiu em linhas gerais as características do Myoko e seus irmãos, mas com algumas diferenças importantes.

(a) Armamento principal de 203 mm com elevação máxima ampliada de 40 para 70 graus, permitindo o uso antiaéreo.

(b) Tubos de torpedos transferidos do convés principal, no interior do navio, para o convés superior, em uma posição mais exposta, com o objetivo de minimizar os danos no caso de uma explosão acidental. Mesmo assim, em combate os tubos eram apontados para fora, diminuindo ainda mais tal risco.

(c) Adição de instalações que permitissem o uso dos navios como capitânias de frotas, acomodando o almirante responsável, seu estado-maior e o pessoal auxiliar. Isto implicou na adoção de uma enorme torre de comando, parecida com um templo feudal japonês e capaz de fazer bonito até mesmo em um couraçado. Essa torre facilitava a identificação da classe Takao, juntamente com o fato de a chaminé traseira ser reta, enquanto em todos os demais cruzadores de duas chaminés ambas eram inclinadas.

Seguindo a tradição, todos os quatro navios foram batizados com nomes de montanhas: Takao, Atago, Maya e Chokai.

A tabela a seguir condensa várias informações adicionais.



É mostrado a seguir um comparativo entre as características principais do Chokai e as de outros cruzadores pesados que entraram em operação na mesma época. O Prinz Eugen, apesar de ser bem mais novo que os demais, foi incluído para permitir a avaliação do Takao frente a um representante da Kriegsmarine. Cumpre ressaltar que os dados apresentados a seguir referem-se à configuração de cada navio quando de sua entrada em serviço.



A próxima tabela, relativa à classe Takao, mostra os resultados da tendência dos japoneses em sobrecarregar os navios com armamento e blindagem, acima do projetado ou permitido pelos cascos originais.



Reparem que a maior parte da blindagem ficava submersa, tornando os navios mais vulneráveis aos eventuais danos em combate.


















Resumo das modificações no cruzador pesado Chokai.


O início da guerra na Europa, em 1939, e as tensões entre o Japão e os Estados Unidos impediram que o Chokai e seu irmão Maya recebessem as melhorias aplicadas ao Takao e ao Atago. As mesmas estavam previstas para o período 1940/1941 e, com o início das hostilidades no Pacífico, foram definitivamente canceladas. Sendo assim, o Chokai atuou na Segunda Guerra praticamente em sua configuração original, recebendo apenas pequenos ajustes, na maioria das vezes relacionados com a sua defesa antiaérea. Mesmo assim, por conta de seus problemas de estabilidade, a expansão de seus canhões AA foi modesta se comparada a de seus irmãos. Foi também cancelada a proposta de submeter o Chokai à mesma reforma aplicada ao Maya no final de 1943, com a substituição da terceira torre principal por canhões de 127 mm antiaéreos.




Histórico do Cruzador Pesado Chokai.

Entre 1932, quando foi incorporado à Marinha Imperial, e o final de 1941, quando tiveram início as hostilidades no Pacífico, o Takao teve uma existência tranqüila, submetido às atividades rotineiras de treinamento de seu pessoal e aperfeiçoamento de seus sistemas.







Iniciada a ofensiva japonesa, em dezembro de 1941, ele foi destacado para apoiar as operações na Malásia, acompanhado do Mogami, Mikuma e Suzuya. Logo em seguida estes quatro cruzadores foram incorporados à força do vice-almirante Nobutake Kondo (couraçados Kongo e Haruna, cruzadores pesados Takao e Atago), que recebeu a espinhosa missão de interceptar a Força Z britânica, composta pelo couraçado Prince of Wales e pelo cruzador de batalha Repulse. Infelizmente (ou felizmente), a aviação naval japonesa baseada em terra afundou os dois navios inimigos, evitando um eventual confronto naval. Na seqüência, o Chokai apoiou a conquista das Índias Holandesas, operando a partir da Indochina e depois de Singapura.

Logo em seguida tiveram início as incursões no Oceano Índico, no início de abril de 1942, com o Chokai fazendo parte do grupo encarregado de atacar a navegação aliada no golfo de Bengala. O mesmo, composto pelo porta-aviões Ryujo, pelo já citado Chokai e pelos cruzadores pesados Mogami, Mikuma, Suzuya e Kumano, além de navios menores, promoveram uma devastação na área, afundando ou capturando mais de 20 navios mercantes.

Em maio e junho de 1942 o Chokai participou da fracassada operação para ocupar a ilha de Midway, atuando junto ao corpo principal de couraçados e retornando ao Japão sem sofrer qualquer dano. Logo em seguida, em julho do mesmo ano, foi designado capitânia da 8ª Frota, comandada pelo vice-almirante Gunichi Mikawa e baseada em Rabaul, ao nordeste da Nova Guiné.

No início de agosto de 1942 ele chegou a Rabaul e, logo em seguida, se uniu à 6ª Divisão de Cruzadores Pesados em Kavieng (Aoba, Kako, Kinugasa e Furutaka), comandada pelo vice-almirante Aritomo Goto.

Subitamente, logo em seguida, em 07 de agosto, aquilo que parecia um teatro de operações secundário se transformou na ante-sala do Inferno, com a invasão de Guadalcanal pelos norte-americanos.

O vice-almirante Mikawa não perdeu tempo e decidiu contra-atacar no mesmo dia. O Chokai partiu imediatamente de Kavieng, fez uma breve parada em Rabaul para embarcar Mikawa e seguiu para Guadalcanal, acompanhado pela 6ª Divisão, pelos cruzadores leves Tenryu e Yubari e também pelo destroyer Yunagi.

A força de Mikawa foi avistada por aviões e submarinos norte-americanos, mas sem ter o seu rumo e composição corretamente identificados. Dessa forma, ela chegou incólume ao seu objetivo na noite de 08 para 09 de agosto, com os navios em fila indiana, encabeçada pelo Chokai, seguido, do Aoba, Kako, Kinugasa, Furutaka, Tenryu, Yubari e Yunagi.

A ação que se seguiu ocorreu em torno da ilha Savo, que divide em duas partes a entrada para as águas entre a ilha Florida, ao norte, e Guadalcanal, ao sul, local escolhido para o desembarque das forças norte-americanas. A mesma será tratada aqui com mais detalhes, já que foi talvez o ponto culminante da carreira do Chokai na Segunda Guerra.

As forças navais aliadas estavam divididas em dois grupos, com três cruzadores pesados patrulhando ao norte e dois ao sul da ilha Savo, de tal forma a bloquear qualquer interferência inimiga nas atividades de descarregamento dos transportes de tropas e material. Vários destroyers também estavam presentes, posicionados na frente dos cruzadores, com a missão de alertar com antecedência uma eventual aproximação de navios japoneses.

A esquadra de Mikawa se aproximou da passagem ao sul da ilha Savo e às 2300 horas o Chokai catapultou um hidroavião, encarregado de localizar os navios inimigos e iluminá-los com marcadores de magnésio. Outros cruzadores fizeram o mesmo minutos depois. Em seguida, à 0044, a esquadra japonesa passou sem ser percebida pelo USS Blue, um dos destroyers encarregados da vigilância avançada. À 0125 Mikawa sinalizou liberdade de manobra e à 0131 ordenou o início do ataque.

Convém lembrar que os navios japoneses, apesar de não disporem de radar, estavam muito bem preparados para o combate noturno, com vigias treinados, excelente equipamento ótico e a iluminação proporcionada pelos hidroaviões.

Os dois cruzadores aliados ao sul foram os primeiros a receber as atenções dos japoneses, que obtiveram surpresa completa. O HMAS Canberra foi atingido por mais de 20 projeteis de 203 mm e dois torpedos, sendo incapacitado imediatamente e afundado duas horas mais tarde. O USS Chicago foi imobilizado por vários disparos de 203 mm e por um torpedo, que arrancou a sua proa, mas conseguiu milagrosamente escapar, mesmo seriamente avariado.

Virando para o norte, Mikawa evitou o destroyer USS Ralph Talbot e massacrou os outros cruzadores pesados inimigos. O USS Vincennes foi afundado por torpedos, enquanto o USS Astoria e o USS Quincy sucumbiram sob um dilúvio de projeteis de 203 mm.

Ao todo os japoneses dispararam 1.020 projeteis de 203 mm, dos quais cerca de 10% atingiram os alvos, e também 45 torpedos, com cinco ou seis deles atingindo os navios inimigos.

Nesse confronto noturno os japoneses sofreram poucos danos, mas o Chokai foi atingido por disparos do USS Quincy e do USS Astoria, com danos à primeira torre de canhões de 203 mm e 34 mortos.

Terminada a ação, Mikawa reuniu seus navios e retornou para Rabaul, sem atacar as forças de desembarque norte-americanas, o que é até hoje objeto de críticas. Por outro lado, é preciso considerar que seus navios haviam consumido muita munição, necessitariam de um bom tempo para se reagrupar e, mais importante, estariam ao alcance da aviação aliada ao raiar do dia. De qualquer maneira, foi uma grande vitória naval japonesa, com quatro cruzadores pesados inimigos afundados e um seriamente danificado.

Depois do confronto em Savo, o Chokai continuou participando ativamente dos combates pela posse de Guadalcanal e de outras operações nas Ilhas Salomão, além de incontáveis missões de escolta entre Rabaul, Kavieng, Truk e Saipan. Nesse período, que se prolongou até agosto de 1943, destacou-se o bombardeio noturno da base aérea de Henderson Field, em Guadalcanal, na noite de 14 para 15 de outubro de 1942, quando ele e o Kinugasa despejaram 752 projeteis de 203 mm sobre as instalações inimigas. Também nesse mesmo período o Chokai foi atingido duas vezes pela aviação norte-americana, em 14 de novembro de 1942 e 18 de julho de 1943.

Em agosto de 1943 o Chokai foi enviado ao Japão para reparos, retornando no mês seguinte para Truk, daí para Saipan e finalmente para as Filipinas, buscando um ancoradouro seguro à medida que o avanço norte-americano ia colocando as bases japonesas ao alcance de sua aviação embarcada.

Ocorreu então a grande batalha aeronaval das Marianas, em junho de 1944, onde os grupos aéreos japoneses foram dizimados. O Chokai participou da escolta aos porta-aviões e escapou ileso mais uma vez. Na seqüência, as Filipinas também deixaram de ser um local seguro e ele acompanhou a retirada da Marinha Imperial para novos ancoradouros em Brunei e Singapura.

Finalmente, em outubro de 1944, ocorreu a invasão das Filipinas pelos norte-americanos, desencadeando a “Operação Vitória” ou “Sho Go”, a resposta da Marinha Imperial a este avanço inimigo sobre uma área vital para o esforço de guerra japonês.

O Chokai foi incorporado à força “A”, do vice-almirante Takeo Kurita, que partiu de Brunei em 22 de outubro com cinco couraçados e uma dezena de cruzadores pesados. No dia seguinte, cruzando a passagem de Palawan em baixa velocidade e sem ziguezaguear, a formação japonesa se tornou um alvo fácil para os submarinos norte-americanos ali posicionados, com o afundamento do Atago e do Maya, além de sérios danos ao Takao.



Em 24 de outubro novo castigo, agora ministrado pela aviação embarcada inimiga, resultando no afundamento do grande couraçado Musashi e em danos a outros navios. O Chokai mais uma vez escapou ileso. Na manhã do dia seguinte, 25 de outubro, os remanescentes da frota de Kurita, depois de cruzar o estreito de San Bernardino, encontraram um mar vazio, sem vestígios dos couraçados e cruzadores norte-americanos que deveriam estar ali esperando por eles.

Kurita então rumou para o sul, em direção ao golfo de Leyte, área onde haviam ocorrido os desembarques inimigos, e logo avistou vários porta-aviões. Ocorreu aí um grave erro de identificação, pois Kurita julgou estar diante dos grandes porta-aviões de esquadra, rápidos o bastante para escapar de seus couraçados, o que fez com que ele se lançasse em uma perseguição desordenada. Na realidade, os japoneses estavam diante de lentos porta-aviões de escolta, protegidos por alguns destroyers. Dessa forma, se Kurita tivesse reorganizado sua frota, colocando os seus destroyers na frente para anular os similares norte-americanos, dificilmente algum navio inimigo teria conseguido escapar.

Em vez disso, no confronto que ficou conhecido como batalha de Samar, os cruzadores pesados japoneses assumiram a dianteira, em posição muito exposta e pagaram um preço elevado. No caso do Chokai, às 0741 ele começou a atingir o porta-aviões USS Gambier Bay, mas às 0851 foi atingido por disparos do destroyer USS Roberts e logo em seguida, às 0859, uma explosão secundária, provavelmente causada pela detonação acidental de um de seus torpedos, danificou os motores e o leme. Às 0905 o Chokai foi atacado por aeronaves do porta-aviões USS Kitkun Bay, sendo atingido por uma bomba de 250 kgs, que o deixou imóvel e em chamas. O destroyer Fujinami foi enviado em seu auxílio, resgatando a sua tripulação e afundando o grande cruzador por meio de torpedos.

Em 27 de outubro, no ato final desse drama, o Fujinami foi atacado por aeronaves do USS Essex e afundado sem sobreviventes, perecendo assim os tripulantes sobreviventes do Chokai.

Pouco se sabe sobre os seus últimos momentos, mas acredita-se que, antes de ser incapacitado, o Chokai participou do afundamento do porta-aviões de escolta USS Gambier Bay e dos destroyers USS Hoel e USS Johnson.


Bibliografia e referências.


[ a ] Anatomy of the Ship – The Heavy Cruiser Takao, Janusz Skulski, Conway Maritime Press, 1994;

[ b ] Japanese Heavy Cruisers – Myoko and Takao classes, Shipcraft # 5, Steve Backer, Chatham Publishing, 2006;

[ c ] Japanese Heavy Cruisers of World War II, Warships in Action # 26, Wayne Patton, Squadron Signal Publications, 2006;

[ d ] Heavy Cruisers Takao Class, Warship Quarterly # 26, Model Art Magazine, 2007;

[ e ] Mechanisms of Japanese Heavy Cruisers, Maru Special # 2, 1991;

[ f ] Random Japanese Warship Details # 1 & 2, Tamiya News Supplement;

[ g ] Warships of the Imperial Japanese Navy 1869-1945, Hansgeorg Jentschura, Dieter Jung & Peter Mickel, US Naval Institute Press, 1986;

[ h ] A Battle History of the Imperial Japanese Navy (1941-1945), Paul S. Dull, US Naval Institute Press, 1978;

[ i ] Combined Fleet Decoded – The Secret History of American Intelligence and the Japanese Navy in World War II, John Prados, US Naval Institute Press, 1995;

[ j ] Japanese Destroyer Captain, Tameichi Hara, Ballantine Books, 1961;

[ k ] The End of the Imperial Japanese Navy, Masanori Ito, Jove Books, 1962;

[ l ] Website Combined Fleet – Imperial Japanese Navy Page, www.combinedfleet.com



Cruzador Pesado Chokai (1942) – O Kit da Aoshima na escala 1/700, referência WL340.


Temos aqui um kit recente, que adquiri em 2008, fazendo parte da safra “new tooling” desse fabricante japonês. Para maiores detalhes sobre os aperfeiçoamentos introduzidos nesses kits 1/700 da série Waterline, consulte o link a seguir.

http://www.webkits.com.br/news...icleid=432&zoneid=30

O mesmo possuí 122 peças bem moldadas em plástico cinza claro, sendo 99 da própria Aoshima e 23 retiradas das duas árvores do “Heavy Vessel Ordnance Set”, conjunto da Leviathan que acompanha esse kit. Adicionalmente, temos oito polycaps, um peso de metal, uma pequena folha de papel, contendo bandeiras e imitações das janelas da torre de comando, uma folha de instruções, uma folha de correções (ambas em japonês), além das duas pequenas folhas de decals que acompanham as árvores da Leviathan acima citadas.

Nas fotos a seguir detalhes da embalagem e do seu conteúdo.









Pretendo fazer algumas melhorias nesse belo modelo, utilizando os acessórios mostrados a seguir.











Bom, já falei e escrevi demais e acho que está na hora de começar a montagem.

Até breve.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9443 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador
Moderador
Embarcações


Foto de Staffa
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Mais um para acompanhar !
 
Mensagens: 9222 | Localização: Recife - Pernambuco http://www.geocities.com/velhominas/ http://blogdostaffa.blogspot.com/ http://staffa.nafoto.net | Registrado: 25 May 2005Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Divisão Modelista


Foto de oswaldo antonelli
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Coisa chique! De olho por aqui.
 
Mensagens: 3469 | Localização: são paulo | Registrado: 06 October 2007Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Capitão Modelista


Foto de pederoda
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Sensacional a idéia de comparar um modelo antigo e um novo da mesma classe. Assim as diferenças (que são todas) ficam muito evidentes!

A introdução é show.

Acompanhando Legal !!!
 
Mensagens: 755 | Localização: São Paulo | Registrado: 05 September 2004Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
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Valeu meus amigos! Agradeço o incentivo, que certamente vou precisar, pois esse bichinho é complicado.

Pede,

A idéia é essa mesma que vc apontou - comparar as duas versões do mesmo tipo. Legal !!!
 
Mensagens: 9443 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
publicado Esconder mensagem
Prezados,

Vamos começar mais esta caminhada e, no caso desses pequenos navios, o meu primeiro passo costuma ser a montagem da base. As fotos a seguir mostram este processo e a nova moradia do nosso amigo Chokai.


















Até breve.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9443 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Divisão Modelista


Foto de oswaldo antonelli
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Esse navio vai ficar muito bonito! Vamos acompanhando...
 
Mensagens: 3469 | Localização: são paulo | Registrado: 06 October 2007Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Capitão Modelista


Foto de pederoda
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Muito bom esse efeito de mar!
 
Mensagens: 755 | Localização: São Paulo | Registrado: 05 September 2004Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

2º Tenente Modelista


Foto de luiz monteiro
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Olá, paulors:

Este também promete. Acompanhando!
 
Mensagens: 409 | Registrado: 26 April 2006Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador
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