WEBKITS HOME    FORUM WEBKITS    FORUM  Pule para Categorias de Forum  BUILD-GROUPS  Pule para Foruns  E-GROUP NAVAL    GB2 - Porta-aviões Ark Royal (1940) - Revell 1/720 - FINALIZADO.
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Marechal I


Foto de paulors
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1. Histórico.

Introdução.


O HMS Ark Royal foi um dos navios mais famosos da Segunda Guerra Mundial, atuando intensamente desde o início desse conflito, em setembro de 1939, até o seu afundamento, em novembro de 1941. Neste período de cerca de dois anos, na maior parte do qual o Reino Unido lutou sozinho contra a Alemanha e a Itália, este porta-aviões contribuiu significativamente na proteção de suas comunicações marítimas e na neutralização das forças aeronavais inimigas.

Voltando um pouco no tempo, nas décadas de 20 e 30 e Marinha Real havia sido obrigada a conviver com um orçamento reduzido e com as limitações em seu tamanho impostas, em 1922, pelo Tratado de Washington. Dessa forma, passaram-se quase 17 anos, desde o término da Primeira Guerra Mundial, até que fosse autorizada a construção de um novo porta-aviões, iniciada em 16 de setembro de 1935.

O referido Tratado de Washington havia especificado um limite de 135.000 toneladas em porta-aviões para a Marinha Real e ela já possuía 115.000, distribuídas entre seis unidades desse tipo: o Argus (casco do navio italiano Conte Rosso), o Eagle (casco do couraçado chileno Almirante Cochrane), o pequeno Hermes e os meio-irmãos Furious, Glorious e Courageous (cascos de cruzadores de batalha).

Depois de prolongadas discussões sobre quantos navios construir com as 20.000 toneladas restantes, decidiu-se utilizá-las em um único navio, o maior possível dentro dos limites do Tratado de Washington e das docas disponíveis para a Marinha Real ao redor do mundo.

O novo porta-aviões foi denominado Ark Royal, em homenagem à capitânia da frota que derrotou a Grande Armada espanhola em 1588, tendo o seu brasão o mesmo lema: “Purpose Knows No Rest”.

O Ark Royal trouxe consigo diversas inovações, como o uso de solda na montagem de cerca de 65% de sua estrutura, substituindo os tradicionais rebites. Isto, junto com a redução na blindagem, concentrada sobre as casas de maquinas, paióis e depósitos de combustível para os aviões, ajudaram a manter o navio próximo do limite de 20.000 toneladas ou, melhor dizendo, a não ultrapassar muito tal limite.

Outra novidade foi o uso quase que exclusivo da eletricidade para mover os seus sistemas, como bombas, guindastes, canhões, leme e ventiladores. Por outro lado, toda a eletricidade dependia das caldeiras, inexistindo geradores auxiliares para uso em emergências, o que se mostraria fatal anos mais tarde.

Os seus dois hangares sobrepostos, projetados para abrigar um total de 72 aeronaves, fizeram do Ark um navio bem alto, limitando a blindagem do convés de vôo como forma de preservar a sua estabilidade. Os porta-aviões seguintes, como o Illustrious, possuíam convés de vôo blindado, resultando em um navio mais baixo e com apenas um hangar, reduzindo o número de aviões transportados.

Outras características do Ark eram o grande convés de vôo, projetando-se acentuadamente para fora na popa, a “ilha” (torre de comando e chaminé) no lado direito (estibordo), o armamento antiaéreo em plataformas laterais, no nível do convés de vôo, dois aceleradores (catapultas), três elevadores estreitos, capazes de acomodar apenas aviões com asas dobradas e, surpreendentemente, a ausência de radar durante toda a sua vida operacional.

Em 13 de abril de 1937 o Ark foi lançado ao mar e a sua construção prosseguiu por mais um ano e meio, sendo finalmente comissionado em 16 de novembro de 1938. Seguiram-se um período de provas no mar, o pouso das primeiras aeronaves em 12 de janeiro de 1939 e um cruzeiro de treinamento pelo Mediterrâneo, que só terminou no final de março de 1939, com o retorno ao Reino Unido e a incorporação a Home Fleet, baseado em Scapa Flow.

Em 31 de agosto de 1939, em vista da iminência de um conflito com a Alemanha, o Ark Royal zarpou em sua primeira missão de combate, participando do patrulhamento das águas entre as ilhas Shetland e a Noruega. Começava assim a sua curta mas brilhante carreira.





Características Técnicas.

Deslocamento padrão: 22.000 toneladas.
Deslocamento máximo: 27.720 toneladas.
Comprimento: 243,8 metros.
Largura (na linha d’água): 28,9 metros.
Convés de vôo: 220 x 29 metros.
Hangar superior: 173 x 18,3 metros.
Hangar inferior: 137,7 x 18,3 metros.

Elevadores: três.
Aceleradores (catapultas): duas.
Cabos de parada: oito.
Rede de proteção: uma.

Capacidade de aviões: 72 (máxima), 60 (normal) e 54 (operacional).

Propulsão: seis caldeiras e três conjuntos de turbinas, produzindo 103.000 HP.
Hélices: três.
Velocidade máxima: 31,75 nós.
Alcance sem reabastecimento: 14.000 km, a 20 nós.

Tripulação: 1.600, incluindo o grupo aéreo.

Armamento:

Oito canhões AA duplos de 114 mm (4,5 polegadas);
Quatro canhões AA óctuplos de 40 mm (ampliados para seis em 1941);
Oito metralhadoras AA quádruplas de 12,7 mm.

Está a seguir uma pequena galeria de fotos deste famoso navio.















Grupo Aéreo.


Cabe aqui comentar que o grupo aéreo do Ark Royal era composto de aeronaves qualitativamente inferiores àquelas que enfrentou ao longo de sua carreira, baseadas em terra e operadas pela Alemanha e pela Itália. Ficando apenas nos tipos principais, o Fairey Swordfish era um lento biplano com três tripulantes, encarregado de missões ofensivas, com bombas ou torpedos, e de reconhecimento. O Balckburn Skua era um monoplano com dois tripulantes, operando (ao mesmo tempo!) como caça e bombardeiro de mergulho. Finalmente, o monoplano Fairey Fulmar, com dois tripulantes e derivado do Fairey Battle recusado pela RAF, que substituiu o Skua na função de caça.

Outro fato interessante é que o Ark entrou em operação quando estava sendo restabelecida a independência da aviação da Marinha Real (Fleet Air Arm) em relação a Royal Air Force (RAF). Dessa maneira, o grupo aéreo do porta-aviões contava com pessoal de vôo e de terra das duas forças.

Finalizando, deve também ser ressaltado que a Royal Navy atribuía aos seus porta-aviões um papel secundário, no qual deveriam apoiar a esquadra de superfície, provendo reconhecimento, orientação de tiro e uma limitada capacidade ofensiva e defensiva. Até mesmo na defesa contra a aviação inimiga, o papel dos caças era menos importante do que o atribuído à artilharia antiaérea. Em resumo, caberia aos couraçados e cruzadores da Royal Navy o combate ao inimigo no mar. Como sabemos, em muito pouco tempo os acontecimentos mostraram que os porta-aviões e a aviação embarcada eram os elementos decisivos para o domínio dos mares.

De uma maneira resumida, está a segui a evolução do grupo aéreo do Ark durante a Segunda Guerra.

1939-1940: 26 Swordfish, 24 Skuas.
1940-1941: 30 Swordfish, 12 Skuas, 12 Fulmar
1941: 36 Swordfish 18 Fulmar

Nas foto a seguir imagens das aeronaves utilizadas no Ark e flagrantes de sua utilização.

















Operações.


Após o início das hostilidades contra a Alemanha, em 03 de setembro de 1939, o Ark Royal foi destacado para caçar submarinos e proteger a navegação em torno das ilhas britânicas, tarefa perigosa para um navio do seu tamanho. Em 14 de setembro, logo após lançar três Skuas para atender a um pedido de socorro do SS Fanad Head, o Ark foi atacado pelo U-39, só escapando pela boa atuação de seus vigias, pelas rápidas manobras evasivas que efetuou e pelo mau funcionamento dos torpedos alemães. Os destroyers da escolta reagiram prontamente e forçaram o U-39 a emergir, sendo ele então abandonado por toda a sua tripulação e afundado. Foi o primeiro U-Boat destruído na Segunda Guerra.

Três dias depois, em 17 de setembro, o porta-aviões Courageous, desempenhando missão idêntica a do Ark, foi torpedeado e afundado pelo U-29 pondo fim ao uso desses grandes navios na caça a submarinos.



Em 24 de setembro o submarino Spearfish foi severamente avariado por cargas de profundidade alemãs e obrigado a emergir nas águas entre a Dinamarca e a Suécia, após escapar de seus perseguidores. Incapaz de submergir, ele iniciou uma lenta viagem de regresso ao Reino Unido, protegido, a partir do dia seguinte, por um grupo de cruzadores e destroyers destacado da Home Fleet, apoiado à distância pelo Ark e pelos couraçados Nelson e Rodney. Estava assim armado o cenário para a ação que tornaria esse porta-aviões muito famoso.

Na manhã de 26 de setembro, clara e com bom tempo, três hidroaviões de reconhecimento Dornier 18 foram avistados, motivando a decolagem imediata dos Skuas do Ark, Os mesmos interceptaram os Dorniers, danificando dois deles e derrubando o terceiro, que pousou no mar e teve a sua tripulação capturada pelo destroyer Somali. Foi o primeiro avião alemão abatido pelos britânicos na Segunda Guerra.




Apesar da possibilidade de um ataque aéreo, já que agora os alemães conheciam a posição da frota, nenhuma patrulha de caças foi mantida no ar. Seguindo a doutrina da época, após a retirada dos Dorniers todos os aviões do Ark foram recolhidos aos hangares e o seu combustível drenado, para diminuir o risco de um incêndio em caso de ataque.

A Luftwaffe não demorou a reaparecer, na forma de cinco Heinkel 111, e um deles, desafiando a densa barragem antiaérea, atacou o Ark com uma bomba de 1.000 quilos, mais do que suficiente para causar sérios danos ao navio. Vários tripulantes do porta-aviões viram a bomba caindo em sua direção, mas uma rápida manobra de seu comandante desviou o Ark e evitou que ele fosse atingido. Mesmo assim a bomba caiu a menos de trinta metros da proa, fazendo o navio tremer e adernar. Tudo que estava solto em seu interior voou, tripulantes foram jogados ao chão, muitos vidros foram quebrados e uma densa nuvem de fumaça foi expelida pela chaminé, pela liberação da fuligem ali acumulada. O piloto alemão, tenente Adolf Francke, relatou que havia atacado um porta-aviões, mas sem confirmar se o mesmo havia sido atingido. Como o reconhecimento aéreo alemão localizou depois os dois couraçados, Nelson e Rodney, mas não achou o Ark, o assunto foi aumentando e logo Berlim gritava para o mundo que o porta-aviões havia sido afundado. Francke foi condecorado com a Cruz de Ferro e Goebbels fez uma tremenda algazarra, perguntando pelo rádio, todos os dias, onde estava o Ark Royal, o que só serviu para tornar esse navio mundialmente conhecido.




Em outubro de 1939 o Ark zarpou para o Atlântico Sul, em companhia do cruzador de batalha Renown e de uma escolta de destroyers. A missão do grupo, denominado Força K, era ajudar na caça ao Graf Spee e a outros corsários alemães que estavam operando na região. O grupo ali ficou até fevereiro de 1940, operando entre a África e a América do Sul, incluindo uma rápida visita de menos de 24 horas ao Rio de Janeiro para reabastecimento, em 17 de dezembro de 1939. Em 15 de fevereiro o porta-aviões estava de volta ao Reino Unido, para uma merecida manutenção e descanso dos tripulantes.

Um mês depois o Ark zarpou novamente, desta vez para o Mediterrâneo, levando consigo apenas três esquadrões de biplanos Swordfish. Os seus dois esquadrões de Skuas foram transferidos para uma base terrestre nas ilhas Orkney, atuando na proteção do ancoradouro da Home Fleet em Scapa Flow. Logo em seguida, em 09 de abril, os alemães invadiram a Dinamarca e a Noruega, o que determinou o retorno imediato do Ark ao Reino Unido. Antes que ele lá chegasse, entretanto, seus Skuas obtiveram uma grande vitória nesse novo campo de batalha. O cruzador leve alemão Konigsberg, avariado na invasão, buscara abrigo no porto de Bergen, após este ter sido capturado. Bergen estava no limite do alcance dos Skuas e os comandantes dos dois esquadrões decidiram tentar um ataque em 10 de abril, usando 15 aeronaves armadas com bombas de 500 kgs. Os alemães foram pegos de surpresa, sendo o Konigsberg atingido várias vezes e afundado.



No final de abril o Ark começou a operar ao largo da Noruega e os dois meses seguintes foram repletos de atividade, compreendendo a defesa das embarcações aliadas contra os ataques da Luftwaffe, ataques a alvos terrestres na Noruega e o transporte de caças da RAF para bases neste país. O Ark foi mais uma vez alvo das atenções da aviação alemã, mas conseguiu escapar ileso de diversos ataques. Ao final, com a situação na França desmoronando após a invasão alemã em 10 de maio, os aliados decidiram abandonar a Noruega e a retirada ocorreu nos primeiros dias de junho. Foi neste período que o porta-aviões Glorious, navegando da Noruega para o Reino Unido, foi interceptado e afundado pelos cruzadores de batalha alemães Scharnhorst e Gneisenau. Ainda houve tempo para mais uma tragédia, no caso envolvendo o Ark Royal. Em 11 de junho o Scharnhorst foi avistado pela RAF em Trondheim e decidiu-se tentar um ataque com os Skuas do Ark, na esperança de repetir o episódio do Konigsberg e, em certa medida, vingar o ocorrido com o Glorious. Voluntários foram chamados e todo o grupo aéreo do porta-aviões se apresentou. O ataque ocorreu em 13 de junho e enfrentou forte resistência. Como Trondheim fica no interior, a 50 quilômetros da costa, houve tempo para alertar as defesas e os Skuas enfrentaram forte resistência, com densa barragem antiaérea e caças Messerschmitt Bf-109 e Bf-110. Oito Skuas foram perdidos e apenas uma bomba atingiu o navio alemão, sem causar danos significativos. Terminou assim a participação do Ark Royal na campanha da Noruega.



Em seguida o porta-aviões retornou ao Mediterrâneo e foi incorporado à famosa Força H, baseada em Gibraltar. Uma de suas primeiras ações nessa área foi o discutido ataque aos navios franceses refugiados em Oran, no início de julho de 1940. Seguiu-se um intenso período de atividades, escoltando comboios no Mediterrâneo e na costa da África, atacando alvos em território italiano e protegendo a Força H dos constantes ataques da Regia Aeronautica. Em setembro o Ark participou de novo ataque à esquadra francesa, agora em Dakar, após o qual retornou ao Reino Unido para manutenção.

Em novembro de 1940 o Ark já estava novamente com a força H, escoltando comboios, transportando caças para Malta e atacando alvos italianos, atividade esta que prosseguiu durante o ano de 1941. Foi nessa época que entraram em operação os caças Fulmar, recebidos durante a estada no Reino Unido acima referida. Em 20 de março de 1941 uma dessas aeronaves avistou o Scharnhorst e o Gneisenau, no final da incursão que esses dois grandes navios fizeram no Atlântico Norte. Uma falha no aparelho de rádio da aeronave, entretanto, impediu que o Ark organizasse um ataque aéreo imediato e os cruzadores de batalha saíram do alcance de seus aviões, alcançando Brest em segurança dois dias depois, em 22 de março.

O Ark Royal retomou as suas missões no Mediterrâneo, mas agora tendo um novo inimigo, no caso a Luftwaffe, operando a partir de bases na Sicília.

Uma medida do sucesso obtido pela Royal Navy na sua missão de garantir o domínio do Mediterrâneo, para o qual a participação do Ark e outros porta-aviões foi decisiva, pode ser avaliado pelo audacioso bombardeio naval de Genova, em pleno território continental italiano, realizado em 09 de fevereiro de 1941 pelo Renown e pelo couraçado Malaya, com o apoio aéreo do Ark.

É necessário mencionar que o Ark, mesmo operando constantemente dentro do alcance da aviação inimiga baseada em terra, não dispunha de radar, dependendo das informações de outros navios para coordenar as ações de seus caças. O cruzador Sheffield, seu companheiro na Força H, desempenhava habitualmente este papel, transmitindo os dados de seu radar para o oficial de operações aéreas no Ark, que por sua vez orientava as aeronaves a partir das informações assim recebidas.







Em 23 de maio de 1941, logo após concluir com sucesso mais uma missão de transporte de caças da RAF para Malta, a força H (Ark Royal, Renown e Sheffield) recebeu ordens de deixar Gibraltar e rumar para o Atlântico, com a missão de interceptar o couraçado alemão Bismarck. No dia 24 de maio o tempo começou a piorar, bem como as notícias. Logo cedo a Força H foi informada sobre o afundamento do Hood e dos danos ao Prince of Wales, após o seu combate com o Bismarck e o Prinz Eugen. Mais tarde souberam dos detalhes do ataque dos Swordfish do porta-aviões Victorious ao Bismarck, sem resultados aparentes. No final do dia chegou outra notícia ruim: havia sido perdido o contato com o grande couraçado alemão. Em 25 de maio o tempo piorou ainda mais, dificultando a operação dos aviões do Ark e reduzindo gradativamente a velocidade da Força H. No final desse dia, entretanto, o Bismarck cometeu um erro, transmitindo uma longa mensagem de rádio, o que permitiu estimar a sua localização e determinar que ele se dirigia para a França. Por outro lado, tais informações eram de pouca utilidade, já que não existiam navios de superfície da Royal Navy em posição para interceptar o Bismarck antes que ele atingisse a cobertura aérea da Luftwaffe, a partir de suas bases na França. Restava então apenas uma possibilidade, por meio de um ataque aéreo a partir do Ark Royal, na esperança de avariar o couraçado alemão e permitir que o mesmo fosse alcançado pelos couraçados e cruzadores britânicos.

Na noite de 25 de maio o Ark recebeu ordens de localizar e atacar o Bismarck, com base na suposição de que o mesmo se dirigia para o porto francês de Brest. Dessa forma o Ark e seus companheiros avançaram na direção determinada, enfrentando condições atmosféricas pavorosas. Cumpre também ressaltar que o Ark estava longe de suas condições ideais, depois de mais de sete meses de operações contínuas sem qualquer revisão significativa de seus sistemas. Apenas como exemplo, no início de 1941 um Swordfish armado com duas cargas de profundidade sofreu um acidente na decolagem e afundou ao lado do navio. As cargas explodiram e danificaram o seu casco, exigindo reparos diários. Sendo assim, cabe ao pessoal de casa de máquinas do Ark o mérito pela manutenção da velocidade máxima durante esse período, e em especial na noite de 25 para 26 de maio, o que permitiu colocar o porta-aviões na posição necessária ao cumprimento das ordens recebidas.

Foi planejado o envio de uma patrulha de reconhecimento na manhã de 26 de maio, entre 0700 e 0800 horas, composta por dez Swordfish. O amanhecer encontrou o Ark lutando contra um mar revolto e um vento fortíssimo. O convés de vôo apresentava oscilações de 16 metros e, apesar de estar situado a 19 metros acima da linha d’água, era batido pelas ondas na sua parte frontal. Os Swordfish foram alinhados no convés, sendo necessário usar pessoal extra para manter as aeronaves no lugar. As decolagens foram corridas ladeira acima ou abaixo, dependendo da inclinação do navio, com as rodas tocando as ondas em alguns casos, mas no final todos os Swordfish estavam no ar. Cerca de duas horas depois o Ark interceptou uma mensagem de um Catalina do Comando Costeiro, informando a posição do Bismarck e, logo em seguida, às 1114, o primeiro Swordfish fez contato com o navio alemão. O Ark lançou em seguida dois outros Swordfish, equipados com tanques extras de combustível, para substituir a patrulha anterior, que retornou ao navio em seguida, para pousos repletos de emoção em um navio cujo convés descrevia agora arcos de quase 20 metros, obrigando que o oficial encarregado de orientar os pousos fosse amarrado ao convés. Os Swordfish foram reabastecidos e armados com torpedos e, a partir das 1450, 14 deles foram lançados para atacar o Bismarck.



Logo após a decolagem o Ark recebeu mensagem informando que o Sheffield havia se adiantado, para acompanhar o Bismarck mais de perto, o que o colocava na rota de ataque. Um alerta sobre esse fato foi então enviado por rádio, mas não foi recebido pelos torpedeiros. Às 1550 os Swordfish fizeram contato com um navio que imaginavam ser o Bismarck e iniciaram o ataque. Na realidade tratava-se do Sheffield e tal fato permite avaliar as terríveis condições atmosféricas no momento, que impediram que os pilotos reconhecessem o seu velho companheiro de Força H. Dois torpedos explodiram ao bater na água, três ao cruzar a esteira do navio, seis foram evitados mediante violentas manobras evasivas e três pilotos perceberam finalmente o erro e suspenderam o lançamento. Por volta das 1700 horas o grupo de ataque estava de volta ao Ark e o ambiente era sombrio. Repetiu-se o pouso em um convés que oscilava violentamente e três aeronaves foram atingidas por baixo e destruídas, sem vítimas. Um novo ataque foi organizado, agora com todos os 15 Swordfish ainda disponíveis. Tendo em vista a explosão prematura dos torpedos no ataque ao Sheffield, causada pelos detonadores Duplex (magnéticos e de contato), foram usados detonadores comuns de contato, com os torpedos regulados para correr a três metros de profundidade. Era a última chance e as decolagens começaram às 1915, novamente ladeira abaixo ou acima. Foi planejado um ataque em massa de várias direções, mas as péssimas condições do tempo, incluindo formação de gelo nas asas, dispersaram os Swordfish e fizeram com que eles atacassem em pequenos grupos, enfrentando forte barragem antiaérea. O Bismarck foi atingido por três torpedos e um deles, na popa, bloqueou os lemes e selou o destino deste grande navio. Todos os Swordfish regressaram ao Ark, apesar de um deles ter sido atingido 175 vezes!

Na manhã seguinte foi lançado um novo grupo de ataque, com 12 Swordfish, mas só restou a eles acompanhar o último ato do drama do Bismarck, demolido pelos canhões do King George V e do Rodney. É comum apontar que a Royal Navy só conseguiu interceptar o Bismarck graças a um golpe de sorte, o que não deixa de ser verdade, já que um único torpedo atingiu exatamente o ponto vulnerável do navio. Por outro lado, para que isso ocorresse foi preciso um grande esforço para colocar o Ark ao alcance do Bismarck, para operar os seus aviões de ataque em condições climáticas bastante adversas e para superar o trauma do ataque indevido ao Sheffield, que por pouco não terminou em tragédia. Em resumo, a sorte certamente foi ajudada pela determinação do Ark e de seus tripulantes.

O Ark retornou em seguida ao Mediterrâneo e continuou desempenhando as suas missões de escolta a comboios até o dia 13 de novembro de 1941. Nesta data, às 1541, retornando de mais uma missão de transporte de aviões para Malta e já próximo a Gibraltar, ele foi atingido no lado direito (estibordo) por um torpedo disparado pelo submarino alemão U-81. O navio sofreu uma inclinação imediata de 10º, ampliada para 18º vinte minutos depois. O sistema interno de comunicações deixou de funcionar após o impacto e as instruções tiveram que ser transmitidas verbalmente. Isso atrasou a execução da ordem de parar os motores, o que fez com que o Ark continuasse se movendo e ampliando a entrada de água. O receio de que o navio virasse, prendendo um grande número de tripulantes em seu interior, fez com que fosse ordenado o seu abandono, sendo a tripulação evacuada para os destroyers da escolta. Logo em seguida uma análise dos danos mostrou ser possível recuperar o navio e foi iniciada uma grande operação de salvamento. Um grupo de tripulantes retornou, a entrada de água foi controlada, um dos destroyer passou a fornecer energia elétrica, foram colocadas em operação bombas portáteis e um rebocador vindo de Gibraltar começou a mover o Ark em direção a este porto. Por outro lado, a inexistência de geradores impedia o uso das grandes bombas de água, que poderiam ter salvo o navio. Elas dependiam das caldeiras para funcionar e estas haviam sido desligadas quando da ordem para abandonar o navio. Pior ainda, uma corrente marinha em sentido contrário praticamente anulava os esforços do rebocador. Decidiu-se então reacender uma das caldeiras do lado esquerdo (bombordo), para auxiliar o rebocador e colocar em funcionamento as grandes bombas. Essa medida, entretanto, forçou a estrutura já comprometida do Ark, ampliando a entrada de água e a inclinação do navio. Logo em seguida a água atingiu os dutos de exaustão das caldeiras e aí foi o fim. Às 0400 de 14 de novembro a inclinação atingiu 27º e foi ordenado então o abandono do navio. Finalmente, às 0613, o Ark virou e afundou lentamente. Toda a tripulação foi salva, com exceção de um marinheiro, morto pelo impacto do torpedo. Terminava assim a carreira desse famoso porta-aviões.













Em 18 de dezembro de 2002 foram localizados e filmados os destroços do Ark Royal, a cerca de 1.000 metros de profundidade, nas proximidades de Gibraltar.


Bibliografia e referências

a. Ark Royal, Kenneth Poolman, Nel Books, 1975;
b. Ark Royal, Mike Rossiter, Corgi Books, 2007;
c. Aircraft Carriers, David Brown, MacDonald and Jane’s, 1977;
d. Ark Royal – The Admiralty Account of Her Achievement, Ministry of Information, His Majesty’s Stationery Office, 1942
e. Scale Ship Modeler, January 1983;
f. Website www.modelwarships.com .

Essa mensagem foi editada. Editada por:paulors,
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
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2. HMS Ark Royal – O modelo da Revell Brasil na escala 1/720, referência H-483.

Escolhi para este segundo GB de Embarcações um modelo que está comigo desde 1979, ou seja, há quase 30 anos. Foi um presente de meu falecido pai, a quem devo a oportunidade de praticar o plastimodelismo desde o início dos anos 60.







Na realidade temos aqui dois kits, pois a embalagem também traz um modelo de destroyer da famosa classe Tribal da Marinha Real. Outro ponto interessante são as duas opções de montagem, na linha d’água (waterline) ou com o casco completo. O kit, mostrado nas fotos a seguir, tem 109 peças moldadas em plástico cinza claro, sendo 72 para o Ark Royal e 37 para o Tribal. Não existem decals, nem mesmo as tradicionais bandeiras. O kit do Ark Royal reproduz esse navio em 1941, no final de sua carreira, já que inclui os dois canhões AA óctuplos de 40 mm no lado esquerdo (bombordo). Os mesmos eram previstos desde o início da operação do Ark, mas a sua instalação foi adiada pelo receio de que pudessem interferir com as operações de vôo, conforme mostrado na foto a seguir. Em 1941, tendo em vista os intensos ataques aéreos inimigos no Mediterrâneo, esse armamento foi finalmente instalado durante uma estada em Gibraltar. A Revell também apresenta um grupo aéreo composto de oito Fairey Fulmar, o que confirma a escolha da versão 1941 por este fabricante. As instruções são claras e trazem um pequeno histórico dos dois navios.



Por outro lado, é um kit de qualidade inferior aos do consórcio Waterline (Tamiya, Hasegawa, Fujimi e Aoshima), com problemas variados, incluindo alguns capazes de provocar choro em pessoas mais sensíveis. As fotos a seguir mostram alguns exemplos disso. Tirem as crianças da sala, pois são imagens fortes.







Apesar dos problemas, decidi aceitar o desafio de montar e melhorar esse modelo, já que ele é o único Ark Royal disponível nessa escala e eu sempre gostei muito desse navio. Nas fotos a seguir estão os acessórios que pretendo utilizar nessa empreitada, incluindo alguns que traduzem casos extremos de masoquismo. Aliás, resolvi me curvar às sugestões de nosso colega Lucianocf e adicionei à lista de horrores alguns canhões óctuplos de 40 mm em PE, tomando o cuidado, entretanto, de adicionar alternativas em resina para atender eventuais crises de desespero. Vou reproduzir o navio na versão waterline e refletindo a aparência no início de 1940, quando operava Skuas e Swordfish.

















Antes de começar a montagem, entretanto, pretendo mostrar a construção das bases que utilizo em meus navios na 1/700 ou 1/720, incluindo a forma como tento reproduzir o oceano. Fiz isso no GB1, naquele modelo do couraçado japonês Fuso, mas naquela época utilizei uma base que já estava pronta. Agora vou mostrar o processo desde o início, o que será feito a seguir.

Até breve.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Major Modelista


Foto de maxag
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Bem vindo Paulo...bela introdução!!

Esse aí vai dar trabalho!!!


Grande abraço
Max
 
Mensagens: 944 | Localização: Belo Horizonte | Registrado: 31 May 2005Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Capitão Modelista


publicado Esconder mensagem
Ta loco sô !!!! Caraca! Quanta informação sobre a historia desse navio em um só post!!!

Vou acompanhar!!! Também me impressionei com a quantidade de "acessórios" que vc vai usar!!!! É PE, resina,etc...que não acaba mais! Maneiro !!!!
 
Mensagens: 684 | Localização: Sao Paulo | Registrado: 26 January 2006Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
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Oi Max,

A introdução até que foi fácil. O problema vai ser corrigir esse monstrinho, como vc bem apontou. Vamos ver no que vai dar.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
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Oi Caio,

Valeu!!! Vc está certo - é acessório que não acaba mais, mas é a única maneira de enfrentar esses kits da Revell.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador
Moderador
Embarcações


Foto de Staffa
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Excelente introdução. Já foi direto para o HD.

É um dos meus navios prediletos. Vou acompanhar. Legal !!!

Montei um direto da caixa, com algum scratch e etchs caseiros.

Tenho outros dois da Airfix na caixa esperando a vez na fila.
 
Mensagens: 9216 | Localização: Recife - Pernambuco http://www.geocities.com/velhominas/ http://blogdostaffa.blogspot.com/ http://staffa.nafoto.net | Registrado: 25 May 2005Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Brigada Modelista


Foto de Lucianocf
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Oi, Paulo.

Aaaaahhhhhhh, Seô Múlequi!!!!!! Maneiro !!!! Maneiro !!!! Ta loco sô !!!!

Cê foi mais rápido que eu. Já tem os novos Swordfishes da La Arsenal!!! E aí, são bons mesmos como parecem? Já experimentou os montantes das asas Captou ??? Humm.. O que..?? Ta loco sô !!!!? Logo, logo vou mandar ver num ou dois conjuntos desses.

E eu que pensei que, fora nosso grande Staffa, era o único que gostava do AK!!!! Eu AAAAADDDDOOOOORRRRROOOOO esse navio!!!!Captou ??? Ó pra você.. !!! Maneiro !!!! Na minha escala de preferências, está par-a-par com o Enterprise e o Hiryu. Legal !!!

Tenho basicamente o mesmo em fotogravados, além dos Skuas da WE; os Fulmars usarei os próprios do kit, com melhorias. Cortei os pinos que representavam os trens de pouso e afinei as asas, além de cortar um ou dois para representá-las dobradas, mas acho que precisa de mais uma boa lixada. Porém, sempre tive uma dúvida, que agora vc poderá sanar: o que é melhor, as peças em resina (e conheço a qualidade da WEM, é excepcional!) ou os fotogravados? Pergunto no caso dos reparos dos pom-pons óctuplos e nas .50 quáduplas, principalmente.

Esses detalhes do casco são realmente frustantes, especialmente todas aquelas aberturas laterais, com barcos e amuradas "gravadas" no plástico, e as aberturas dos castelos de proa e popa, características dos porta-aviões ingleses. No caso do "barquinhos", andei fazendo algumas modificações, mas com tanto material de pesquisa que capturei da net recentemente, acho que ao menos as lanchas maiores terei que adquirir na WEM. Eu cometi a burrada de abrir as escotilhas do meu. Acho que terei que tampá-las, sei lá. Os detalhes do convés de vôo também são terríveis, especialmente a passarelas para tripulantes.

No geral, seguiu linhas parecidas com a minha. A diferença é que andei inventando moda - abri o elevador de bombordo e fiz um pequeno "convés de hangar", e mexi aqui e ali na ilha. Sinceramente, foi muito trabalhoso, e o resultado será duvidoso. E admito, nunca havia pensado nos detalhes dos kits de acessórios da Skywave para completar o AK.

Agora, um detalhe do casco, é a blindagem nas laterias que cobrem cerca de dois terços do comprimento equivalente ao convês de hangar, e ficavam "ressaltadas". Vai adicioná-la? Muda muito o visual do modelo.

Estarei, como sempre, acompanhando com afinco. Agora, donde vc tirou tanta informação em português? Já vi muito em textos em inglês, mas alguns detalhes são desconhecidos para mim. Vc que o criou?

Grande e forte abraço,
Luciano

P.S.: Fiquei muito lisonjeado de saber que serei a fonte de seu "sofrimento" masoquista! Maneiro !!!! Maneiro !!!! Nada como uma cob, Captou ??? Ó pra você.. !!! Maneiro !!!!ops, digo, um desbravador para ir à frente encarando os desafios! Captou ??? Ó pra você.. !!! Maneiro !!!! Tô na boa...!

Luciano
 
Mensagens: 2321 | Localização: Goiânia - Goiás - Brasil | Registrado: 15 August 2003Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
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Oi Staffa,

Que bom que vc gostou. Eu tb sou fã do Ark Royal. Por outro lado, acho que vc tb vai gostar do navio que escolhi para o GB do Panzer Model Forum. Em breve novidades por lá. Surpresa!!! Legal !!!

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
publicado Esconder mensagem
Oi Luciano,

É isso aí. Depois dos seus comentários sobre os canhões de 20 mm da USN na 1/700, resolvi encarar esses pom-poms. Vamos ver no que vai dar. Já separei as pinças de ponta fina e as lentes de aumento. Maneiro !!!!

Eu descobri esses Swordfish no site da Pacific Front Hobbies. Ainda não posso dar a minha opinião, mas parecem ser muito bons. Gostei da mistura de fuselagem em resina e asas em PE. Vou detalhar a montagem aqui e vai ser possível vc ter uma idéia. Em relação aos da Aoshima, ganham de goleada. Já a montagem.....

Eu procurei os Fulmars da WEM, mas eles estão fora de linha.

Quanto à comparação do armamento em resina da WEM com os PE, acho que esses últimos levam vantagem, caso seja possível montá-los adequadamente. São muito pequenos!!!! Na realidade estou com versões PE da Lion Roar e da WEM. Vou usar os WEM em resina como segurança. São bons, mas tem alguns excessos cuja remoçao será trabalhosa. Vou também detalhar essa parte aqui e vc poderá avaliar.

Qanto às modificações no navio, elas são muitas, como vc muito bem apontou. Espero poder corrigi-las com muito scratch e a folha específica da WEM. A blindagem lateral é uma boa opção. Penso tb em modificar os elevadores, pois eles parecem piscinas.

Quanto às informações, eu criei a partir das referências em inglês acima mencionadas. Um item valioso foi o Admiralty Account, editado em 1942! É uma fonte valiosa, apesar de omitir alguns fatos importantes, por razões de segurança (ele foi publicado na mesma época em que a porrada comia solta). Por exemplo, eles omitem a interceptação da mensagem do Bismarck.

Até breve!!!

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Coronel Modelista


Foto de Alvaro Pimentel
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Paulors,

Excelente escolha!!!!
Excelentes acessórios.
Também já tive este modelo do Ark Royakit e de sua escolta classe Tribal, este kit também marcou minha infância, boas recordações.......
Estarei acompanhando atentamente.

Abraços

Alvaro Pimentel - ASP
 
Mensagens: 1664 | Localização: Santos/SP.- ”Usque ad sub aquam nauta sum” | Registrado: 08 May 2004Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
publicado Esconder mensagem
Oi Álvaro,

Agradeço o incentivo. Valeu!!!! Vamos tentar fazer uma boa montagem.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
publicado Esconder mensagem
Prezados,

Esqueci de mostrar os decals que consegui reunir para o Ark.



Até breve.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

General de Divisão Modelista


Foto de Joao Augusto
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Podem acrescentar meu nome na lista de fãs do Ark. Legal !!!
Montei esse kit na decada de 70 e estou com um outro para montar. Comecei a juntar referencias e acessórios, mas os muitos defeitos do kit me desanimaram um pouco. Vai ser muito bom acompanhar a montagem e ver como o Paulo supera as dificuldades. Boa sorte na empreitada.
 
Mensagens: 3788 | Localização: Florianopolis/SC | Registrado: 14 November 2004Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador

Marechal I


Foto de paulors
publicado Esconder mensagem
Prezado João,

Agradeço o apoio. Vamos ver o que a gente consegue fazer.

Abraços,

Paulo Roberto
 
Mensagens: 9435 | Localização: Rio de Janeiro, RJ | Registrado: 22 July 2000Responder citando esta mensagemEditar ou apagar mensagemEnviar ao moderador
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