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2º Sargento Modelista

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Di Stephano, O que mais tem na região Amazonica é monomotor Principalmente a pistão, e em muitos locais são o único meio de transporte. O Caravan é monomotor turbohélice (Pratt & Whitney PT-6), motor muito confiável Abraço Sérgio Carneiro
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Subtenente Modelista


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quote: Logo uma aeronave tão confiável e que tem como missão básica o desenvolvimento da região com mantimentos do povo local. Tomara que tenham feito um pouso de emergência em um local "no meio do mato" e estejam todos bem aguardando tranquilamente o SAR.
Cessna Caravan C-98 é realmente uma aeronave muito confiavel. Tomara que seja mesmo o que o Rogério disse!
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Moderadô e modelista nas horas vagas

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Avião desaparecido na Amazônia é encontrado com sobreviventes Do UOL Notícias* Em São Paulo Atualizado às 13h10
O avião C-98 Caravan da FAB (Força Aérea Brasileira) que desapareceu ontem na Amazônia foi encontrado no meio da floresta nesta sexta-feira (30). De acordo com a assessoria de imprensa da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), há nove sobreviventes. Ao todo, 11 pessoas viajavam na aeronave.
Segundo nota do Comando da Aeronáutica, a aeronave foi encontrada nesta manhã por índios da tribo Matis, que notificaram a Funai (Fundação Nacional do Índio) sobre a descoberta. A Força Aérea já iniciou a operação de resgate.
O C-98 Caravan encontra-se entre as aldeias Aurélio, do povo Matis, e Rio Novo, dos Murugos, próximo a um afluente do rio Javari.
O avião pertence ao 7º Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), sediado em Manaus (AM). Ele decolou de Cruzeiro do Sul (AC) por volta das 10h30 (horário de Brasília) de ontem e deveria ter chegado às 12h15 no seu destino: Tabatinga (AM). O avião transportava técnicos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e emitiu um sinal de emergência 58 minutos após a decolagem. Segundo a Aeronáutica, eram boas as condições meteorológicas no horário do desaparecimento da aeronave.
Hoje, foram divulgados os nomes das 11 pessoas que estavam a bordo do C-98. Os quatro tripulantes são o primeiro-tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, o segundo-tenente José Ananias da Silva Pereira, o suboficial Marcelo dos Santos Dias e o primeiro-sargento Edmar Simões Lourenço. Os sete passageiros são os técnicos Diana Rodrigues Soares, João de Abreu Filho, Marcelo Nápoles de Melo, Maria das Dores Silva Carvalho, Maria das Graças Rodrigues Nobre e Marina de Almeida Lima, e a enfermeira Jositéia Vanessa de Almeida.
Mais de cem militares participavam da operação de buscas, sendo que 36 militares --entre médicos, enfermeiros e especialistas em resgate--, foram deslocados para a região delimitada pela FAB como provável local do acidente.
A Funasa informou que os familiares dos profissionais que estavam no avião estão recebendo assistência da prefeitura de Atalaia do Norte (AM), município onde residem. O diretor do de Saúde (Desai) da Funasa, Wanderley Guenka, viajou para Cruzeiro do Sul (AC) para acompanhar os trabalhos da FAB.
Equipe da Funasa A equipe que estava a bordo do avião fazia o trabalho de vacinação em aldeias indígenas do vale do Javari, no extremo oeste do Estado do Amazonas.
Em nota, o órgão afirma que os "colaboradores foram designados para ações de imunização (Operação Gota) em cerca de 3,7 mil indígenas de, aproximadamente, 40 aldeias, no vale do Javari, no Amazonas".
A operação é uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Defesa, por intermédio do Comando da Aeronáutica, que levava às populações residentes em áreas rurais e indígenas de difícil acesso as vacinas do calendário básico de vacinação nacional, além de vacinas específicas para povos indígenas.
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General de Exército Modelista


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Motor único em avião desaparecido aumenta vulnerabilidade, afirmam especialistas
Especial para o UOL Notícias - em Manaus
Com apenas um motor, o avião da Força Aérea Brasileira (FAB), C-98 Caravan, que desapareceu com 11 pessoas a bordo nesta quinta-feira (29) na Amazônia, é bastante vulnerável. A opinião é compartilhada por dois especialistas ouvidos pelo UOL Notícias.
"Na aviação, a gente brinca dizendo que quem tem um motor, na realidade não tem nenhum, porque se ele dá pane você será obrigado a fazer um pouso forçado", diz o primeiro tenente da FAB, Paulo Paiva, que tem mais de 800 horas de voo no Caravan. "O Caravan é uma aeronave muito simples. Tem todos os equipamentos de navegação que um avião precisa, mas sem supérfluos", explica.
A vulnerabilidade da aeronave de pequeno porte também foi citada pelo professor de aeronáutica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Cláudio Scherer. "Por ser turbo-hélice, isso lhe confere uma confiabilidade muito grande, mas como só existe um motor, se houver uma pane no ar, o piloto não tem muito o que fazer senão tentar um pouso forçado", afirma.
A Força Aérea ainda não confirma a queda do avião, e as buscas devem continuar na região mesmo após o anoitecer e serão retomadas na manhã desta sexta-feira (30).
Paulo Paiva ressalta, entretanto, que o Caravan é uma das aeronaves mais confiáveis da FAB. "É uma aeronave robusta e tem uma capacidade incrível de pousar e decolar em pistas não-pavimentadas. Por isso mesmo ela é muito utilizada na Amazônia, onde as pistas são, quase sempre, precárias. Voei nele durante cinco anos e, que eu me lembre, nunca tive uma pane", diz.
Dos ocupantes da aeronave, sete eram da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e quatro militares - de acordo com a Infraero de Cruzeiro do Sul (AC). A aeronave decolou de Cruzeiro do Sul por volta das 10h30 (horário de Brasília) e deveria ter chegado às 12h15 em Tabatinga (AM).
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Eu amo as Baleias

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Do Jornal O Tempo:
Índios encontram avião da FAB com sobreviventes
O avião da Força Aérea Brasileira (FAB), que estava perdido na Amazônia desde quinta-feira (29), foi encontrado nesta sexta-feira (30). A FAB confirmou a localização da aeronave e disse que há indícios de sobreviventes, mas ainda não se sabe quantos são. De acordo com a Funasa, nove pessoas sobreviveram, entre as 11 pessoas que estavam a bordo.
A aeronave teria sido encontrada por indígenas da tribo dos Matis, que notificaram a Fundação Nacional do Índio (Funai).
De acordo com a FAB, a aeronave encontra-se em meio à Floresta Amazônica, entre as Aldeias Aurélio (da Tribo dos Matis) e Rio Novo (da Tribo dos Murugos), próximo ao Rio Ituí, afluente do Rio Javari.
Segundo o secretário de Planejamento do município de Atalaia do Norte (AM), João Bosco Lopes, a população indígena que mora no Vale do Javari, área do Amazonas onde desapareceu a aeronave, foi acionada para ajudar nas buscas. Nessa localidade, a única presença humana é das comunidades indígenas.
Para orientar os indígenas que se dispuseram a ajudar em Atalaia, funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e Funai estão em contato - por rádio - desde o início da manhã de hoje com as aldeias da região.
Serelle
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